Toda a gente percebe, de forma realista, que o país é um copo com água até metade da sua capacidade.
Há uns quantos, optimistas, que entendem que o copo está meio cheio.
Outros, pessimistas, encontram-no meio vazio.
E há um inginheiro ou lá que é, que afirma, sorridente, que o copo nem está meio cheio nem meio vazio.
Para ele, há é copo a mais: o copo tem o dobro do volume necessário e, portanto, a situação é muito confortável.
Não é pessimismo, nem optimismo, nem realismo: É estupidez!
E comprova-se: De repente, o copo ficou com metade da água.
O que significa, na liguagem do inginheiro, que o copo passou a ter o quádruplo da capacidade necessária!
Motivo, certamente, para ainda maiores sorrisos...
terça-feira, julho 21, 2009
sexta-feira, julho 17, 2009
"VEMOS, OUVIMOS E LEMOS, NÃO PODEMOS IGNORAR..."
Conclui o Tribunal de Contas que o Estado está desprotegido contra a corrupção e que é necessário adoptar medidas que a evitem!
TCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ena pááá!!!!!!!!!
Quem diria!!!!???????
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A trabalheira que devem ter tido para descobrir isso, pá!!!!!!!!
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Andava o dinheiro dos contribuintes a ser assaltado pelos coelhones e motaengis deste país e não se sabia!!!!!
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHC!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Derrapagens financeiras de milhões e milhões em tudo o que é contrato público e não se sabia!!!!!!!!!!!!!!
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Administrações públicas completamente ruinosas e não era visível!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Agora sim, sinto-me confiante!
-"Até que enfim! Agora é que vai acabar a corrupção, Ti' Francelino!"
Ele olhou-me com aquele olhar de espanto que rapidamente transitou para um sorriso atravessado:
-"Hummm", resmungou
-"ih ih ih ih", riu entre-dentes desdenhosamente
-"naahhh", sentenciou
Eloquente!
Voltei a ensimesmar-me...
TCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ena pááá!!!!!!!!!
Quem diria!!!!???????
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A trabalheira que devem ter tido para descobrir isso, pá!!!!!!!!
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Andava o dinheiro dos contribuintes a ser assaltado pelos coelhones e motaengis deste país e não se sabia!!!!!
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHC!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Derrapagens financeiras de milhões e milhões em tudo o que é contrato público e não se sabia!!!!!!!!!!!!!!
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Administrações públicas completamente ruinosas e não era visível!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
TCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCHCH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Agora sim, sinto-me confiante!
-"Até que enfim! Agora é que vai acabar a corrupção, Ti' Francelino!"
Ele olhou-me com aquele olhar de espanto que rapidamente transitou para um sorriso atravessado:
-"Hummm", resmungou
-"ih ih ih ih", riu entre-dentes desdenhosamente
-"naahhh", sentenciou
Eloquente!
Voltei a ensimesmar-me...
quinta-feira, julho 16, 2009
AGARREM-ME, SE NÃO...!!!
O Nadador-Salvador estava na Praia dos Tomates, quando ouve alguém a pedir socorro.
Rapidamente atira-se ao mar para salvar o sujeito.
Quando consegue trazê-lo para a praia depara-se com um rosto conhecido.
- O senhor não é o Primeiro-Ministro José Sócrates!?
- Evidentemente! Sou eu mesmo! Muito obrigado por me salvar vida. Bem, parece que estou em dívida e portanto pode pedir o quiser.
O Nadador-SAlvador olha para os lados, pensa um pouquinho e diz baixinho:
- O senhor seria capaz de me fazer um grande favor, então?
- Claro, tudo o que pedir!
- Não conte a ninguém que fui eu que o salvei, tá bem?
Rapidamente atira-se ao mar para salvar o sujeito.
Quando consegue trazê-lo para a praia depara-se com um rosto conhecido.
- O senhor não é o Primeiro-Ministro José Sócrates!?
- Evidentemente! Sou eu mesmo! Muito obrigado por me salvar vida. Bem, parece que estou em dívida e portanto pode pedir o quiser.
O Nadador-SAlvador olha para os lados, pensa um pouquinho e diz baixinho:
- O senhor seria capaz de me fazer um grande favor, então?
- Claro, tudo o que pedir!
- Não conte a ninguém que fui eu que o salvei, tá bem?
quarta-feira, julho 15, 2009
SOCRETINICES
O Ministro Primeiro vai a Bruxelas negociar o quadro comunitário de apoio à agricultura.
À chegada, uma terrível tempestade ocorre no preciso momento em que sai do veículo que o transportava.
Como não quer molhar a barra das calças Armani, arregaça-as antes de atravessar a rua e entrar no prédio.
O dedicado Pereirinha, que o acompanha, aconselha:
- Depois não te esqueças de baixar as calças!
- Eu sei, eu sei, Pereirinha. Mas primeiro vamos tentar um acordo...
À chegada, uma terrível tempestade ocorre no preciso momento em que sai do veículo que o transportava.
Como não quer molhar a barra das calças Armani, arregaça-as antes de atravessar a rua e entrar no prédio.
O dedicado Pereirinha, que o acompanha, aconselha:
- Depois não te esqueças de baixar as calças!
- Eu sei, eu sei, Pereirinha. Mas primeiro vamos tentar um acordo...
PERSPECTIVA SOCRETINA E JÁ BASTA
segunda-feira, julho 13, 2009
CRÓNICA SOCIAL
Numa recente festa do tipo Freeport, a Exmª Madame é apresentada a um eminente político.
- Muito prazer! - diz ele.
- Prazer. Saiba que já ouvi muito falar do senhor!
- É possível, minha senhora, mas ninguém tem provas!
- Muito prazer! - diz ele.
- Prazer. Saiba que já ouvi muito falar do senhor!
- É possível, minha senhora, mas ninguém tem provas!
TARTARUGA EM CIMA DO POSTE, EM VERSÃO PORTUGUESA
No consultório da aldeia, o médico e o velho paciente conversam sobre o país, o governo e, fatalmente, sobre Sócrates.
- Pois é sr. dr. ... sabe que o Sócrates é como uma tartaruga em cima dum poste...
- Tartaruga em cima dum poste, ti Albertino?
- Pois! Não tem nada que saber: Imagine que o sr. dr. vai por uma estradita fora e vê um poste e lá em cima há uma tartaruga a tentar equilibrar-se.
- E então?
- Então? Então, isso é uma tartaruga em cima do poste!
-Tá bem! Mas o que significa isso?
- Bem, isso significa o seguinte:
- Vocemecê não entende como é que ela chegou lá;
- E também não entende bem porque a colocaram lá;
- Mas sabe que ela não subiu lá sozinha;
- E também sabe que ela não deveria nem poderia estar lá;
- Vocemecê nem quer acreditar que ela esteja lá;
- E há uma certeza: Vocemecê sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá;
- Então, tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá e providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente não é o seu lugar!
- Pois é sr. dr. ... sabe que o Sócrates é como uma tartaruga em cima dum poste...
- Tartaruga em cima dum poste, ti Albertino?
- Pois! Não tem nada que saber: Imagine que o sr. dr. vai por uma estradita fora e vê um poste e lá em cima há uma tartaruga a tentar equilibrar-se.
- E então?
- Então? Então, isso é uma tartaruga em cima do poste!
-Tá bem! Mas o que significa isso?
- Bem, isso significa o seguinte:
- Vocemecê não entende como é que ela chegou lá;
- E também não entende bem porque a colocaram lá;
- Mas sabe que ela não subiu lá sozinha;
- E também sabe que ela não deveria nem poderia estar lá;
- Vocemecê nem quer acreditar que ela esteja lá;
- E há uma certeza: Vocemecê sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá;
- Então, tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá e providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente não é o seu lugar!
sexta-feira, julho 10, 2009
FINALMENTE!
Finalmente, a sociedade civil a reagir: http://www.democraciaportuguesa.org/
http://constituicao.wikispaces.com/
Vejamos se, face à hegemonia asfixiante dos partidos políticos, a democracia portuguesa está preparada para pensar pela sua cabeça, e não pelas cabeças da grande fonte de corrupção que são os partidos políticos e tudo o que gravita à sua volta, e tomar nas suas mãos a responsabilidade de ser feliz.
http://constituicao.wikispaces.com/
Vejamos se, face à hegemonia asfixiante dos partidos políticos, a democracia portuguesa está preparada para pensar pela sua cabeça, e não pelas cabeças da grande fonte de corrupção que são os partidos políticos e tudo o que gravita à sua volta, e tomar nas suas mãos a responsabilidade de ser feliz.
segunda-feira, julho 06, 2009
INGLÊS TÉCNICO
É de louvar o empreendedor algarvio que, saído dos bancos da mesmíssima escola frequentada pelo Pinto de Sousa, resolveu aplicar o inglês técnico ali aprendido:
sábado, julho 04, 2009
Estou deveras impressionado!
Agora sim, estou verdadeiramente esclarecido!
Temos o país a saque com, entre muito mais:
- Fundações privadas alimentadas por dinheiros públicos e sem controlo público;
- Obras públicas que derrapam em milhões e milhões de euros e não se vê ninguém responsabilizado;
- Serviços e organismos completamente inúteis, senão mesmo fictícios, com dezenas de administradores a serem pagos churudos ordenados sem produzir rigorosamente NADA!
-Deputados (sim, esses mesmos que nos representam!) que foram autenticos larápios, pois engendraram um esquema segundo o qual fingiam efectuar viagens que na verdade não realizavam, apenas para embolsar o respectivo dinheiro, do preço e das ajudas (a propósito, conhecem alguma condenação desta gente que roubou o eráriuo público?);
- Um governo que mudou toda uma legislação penal apenas porque o seu reduto foi "incomodado" com o caso casa pia...
- Um governo que enxovalhou e lançou o opróbrio sobre os juízes e sobre os professores, destruindo-lhes a imagem junto da opinião pública;
-Temos um debate da nação, no qual era suposto serem discutidas as matérias que em substância determinam a nossa vida colectiva e o que vimos foi, quanto às obras públicas, por exemplo, uma discussão sobre se um primeiro troço de auto-estrada era ou não era um primeiro troço da 3ª auto-estrada Liboa-Porto;
-Temos um país em decadência, um governo de arrivistas e oportunistas, uma oposição que não lhe quer ficar atrás;
- O país afunda-se em corrupção;
-O país, embora tenha grandes potencialidades, não tem gente capaz de ser feliz;
Com tudo isto, e é a porcaria do gesto da porcaria do ministro da porcaria da economia em que vivemos é que é importante e serve de mote à indignação!
É obra!
Com tantas e tantas e tantas matérias que nos deveriam levar à indignação e acaba por ser um gesto normal em face das pessoas que o produziram e do lugar onde foi produzido (São Bento é diariamente avacalhado só com a presença de uma boa parte dos deputados e de membros do governo) a causar tanto burburinho.
Há algo de errado neste país...
quarta-feira, julho 01, 2009
SONDAGEM
PORTUGUESES: POBRES MAS FELIZES!
Este, o resultado da sondagem há dias realizado.
Em boa hora!
É que já andávamos todos nós tristes, acabrunhados e sem perspectivas
O que poucos sabem é que José Sócrates, preocupado com os portugueses, ao ponto de perder o sono, decidiu decretar a felicidade, por decreto-lei do governo.
Ao que o excêntrico averiguou, o Almeida Santos, perante a ideia, sentenciou:
- Que grande idéia! Mas não será um gesto algo imodesto?
Como a conversa se passava junto da portaria, o porteiro decidiu intervir:
-Permite-me vossa excelência, mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas. - é nestes termos que o pessoal deve dirigir-se a sua excelência o mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas.
-Diga lá Gervásio - ordenou o mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas.
- É que... bem... e que tal se vossa excelência, mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas, em vez de decretar a felicidade dos portugueses... bem... se encomendasse uma sondagem que concluísse precisamente que os portugueses são felizes?
- Olha!... Não é mal lembrado! Apoiou o Almeida Santos.
- Ohh! Gervásio! Que ideia requintada! Exclamou sua excelência o mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas.
E assim foi:
Em vez de decretar a felicidade dos portugueses,
José Sócrates decidiu encomendar uma sondagem
que concluísse que os portugueses,
sendo uns pobretanas sem presente e não se sabe com que futuro,
são, todavia e sem embargo, muito felizes!
Este, o resultado da sondagem há dias realizado.
Em boa hora!
É que já andávamos todos nós tristes, acabrunhados e sem perspectivas
O que poucos sabem é que José Sócrates, preocupado com os portugueses, ao ponto de perder o sono, decidiu decretar a felicidade, por decreto-lei do governo.
Ao que o excêntrico averiguou, o Almeida Santos, perante a ideia, sentenciou:
- Que grande idéia! Mas não será um gesto algo imodesto?
Como a conversa se passava junto da portaria, o porteiro decidiu intervir:
-Permite-me vossa excelência, mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas. - é nestes termos que o pessoal deve dirigir-se a sua excelência o mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas.
-Diga lá Gervásio - ordenou o mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas.
- É que... bem... e que tal se vossa excelência, mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas, em vez de decretar a felicidade dos portugueses... bem... se encomendasse uma sondagem que concluísse precisamente que os portugueses são felizes?
- Olha!... Não é mal lembrado! Apoiou o Almeida Santos.
- Ohh! Gervásio! Que ideia requintada! Exclamou sua excelência o mui hermoso e superior engenheiro de obras feitas.
E assim foi:
Em vez de decretar a felicidade dos portugueses,
José Sócrates decidiu encomendar uma sondagem
que concluísse que os portugueses,
sendo uns pobretanas sem presente e não se sabe com que futuro,
são, todavia e sem embargo, muito felizes!
quarta-feira, junho 24, 2009
MAIS UMA EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA
-Pois éi compadri, ele há três manêras de fazer a coisa...
-Ora pôrra, isso sê eu munto bein! Sexo vaginali, sexo orali e sexo anali!
-Né nada disso hóme de Deus! Ele há três manêras de fazer filhos!
-Helá! Com essa é cu compadri me tramô...
-É verdadi!
-Atão?...
-Atão... se fizeri assim a módes que pra esquerda... dá menina.
-(!)
-Se fizeri assim mais pra derêta... dá rapaz!
-Atão e praquéquéi a tercêra manêra?
-Atão... se fizer sexo anal... dá político!
-Ora pôrra, isso sê eu munto bein! Sexo vaginali, sexo orali e sexo anali!
-Né nada disso hóme de Deus! Ele há três manêras de fazer filhos!
-Helá! Com essa é cu compadri me tramô...
-É verdadi!
-Atão?...
-Atão... se fizeri assim a módes que pra esquerda... dá menina.
-(!)
-Se fizeri assim mais pra derêta... dá rapaz!
-Atão e praquéquéi a tercêra manêra?
-Atão... se fizer sexo anal... dá político!
sexta-feira, junho 19, 2009
PARÁBOLA DA SOBERBA
Naquele tempo, tentando iniciar os seus discípulos nas artes da política, disse Jesus:
«Irmãos! Em verdade vos digo que mais fácil é um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que o Sócrates perder as próximas legislativas!»
Ao que Paulo retorquiu:
«Mas, Senhor! Dizei uma só palavra e seremos salvos!»
E, em coro, os restantes apóstolos:
«Senhor, tende piedade de nós!»
«Cristo, tende piedade de nós!»
Jesus, abrindo os braços, exclamou:
«Irmãos! transformo água em vinho, curo cegos e ponho paralíticos a fazer cem metros em menos de 9 segundos!»
«Até dou vida a um cadáver!»
Os apóstolos: «Aleluia! Aleluia!»
E continuou Jesus:
«Mas não pecais por soberba, julgando o Senhor vosso Deus, por meu intermédio, capaz de transformar um rebanho de carneiros num povo arguto, exigente e maduro, com um estalar de dedos! Eu faço milagres e não o impossível!»
«Irmãos! Em verdade vos digo que mais fácil é um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que o Sócrates perder as próximas legislativas!»
Ao que Paulo retorquiu:
«Mas, Senhor! Dizei uma só palavra e seremos salvos!»
E, em coro, os restantes apóstolos:
«Senhor, tende piedade de nós!»
«Cristo, tende piedade de nós!»
Jesus, abrindo os braços, exclamou:
«Irmãos! transformo água em vinho, curo cegos e ponho paralíticos a fazer cem metros em menos de 9 segundos!»
«Até dou vida a um cadáver!»
Os apóstolos: «Aleluia! Aleluia!»
E continuou Jesus:
«Mas não pecais por soberba, julgando o Senhor vosso Deus, por meu intermédio, capaz de transformar um rebanho de carneiros num povo arguto, exigente e maduro, com um estalar de dedos! Eu faço milagres e não o impossível!»
CAMALEÓNICO
E EIS QUE O LOBO SE FAZ CORDEIRO.
SERÁ UM CORDEIRO DE DEUS QUE TIRARÁ OS PECADOS DO MUNDO???
DE DEUS OU DO DEMÓNIO, VENHA UM DELES E ESCOLHA...
CERTO CERTO É QUE O LOBO DISFARÇADO DE CORDEIRO DEITARÁ AS GARRAS E O DENTE AO CAPUCHINHO VERMELHO ASSIM QUE ESTA LHE DER O SEU VOTO...
EH EH EH
SERÁ UM CORDEIRO DE DEUS QUE TIRARÁ OS PECADOS DO MUNDO???
DE DEUS OU DO DEMÓNIO, VENHA UM DELES E ESCOLHA...
CERTO CERTO É QUE O LOBO DISFARÇADO DE CORDEIRO DEITARÁ AS GARRAS E O DENTE AO CAPUCHINHO VERMELHO ASSIM QUE ESTA LHE DER O SEU VOTO...
EH EH EH
quarta-feira, junho 17, 2009
O VERDADEIRO PILAR DA DEMOCRACIA
Num regime de democracia representativa a perfeição do sistema é atingida, em abstracto, pela manifestação da vontade popular no sentido de eleger um programa de governo e as pessoas capazes de o executar, conjugado com uma actuação dos eleitos, ainda em abstracto, segundo os melhores ditames do saber e da inteligência, na execução do programa proposto e visando apenas o interesse público.
Todavia, como diz alguém, isto é um supônhamos!
A realidade é bem diversa, em regra para pior.
De permeio temos a natureza humana, a qual, para alguém mais cínico e céptico, é mais perversa do que a bondade natural ou a ingenuidade de alguns poderia fazer supor.
Neste cenário, quem controla os poderes políticos?
Séculos de história provam a ineficácia e a ineficiência dos valores como factor de controle da actividade política.
Os instrumentos e mecanismos de controle interno, pelo funcionamento das respectivas instituições representativas de outros tantos poderes do Estado também não se tem revelado eficaz.
Talvez porque uns são igualmente permeáveis às pressões e aos interesses subterrâneos que conspurcam os restantes, outros porque não têm poder bastante para esse efeito.
Os políticos não alcançam o poder mediante mecanismos de puro funcionamento do sistema.
Note-se a unanimidade de todas as forças políticas partidárias quanto à forma de financiamento dos partidos políticos, mesmo quando o sistema proposto denota falhas graves que, aliás, devem ter dado muito trabalho para bem serem mal feitas.
Os partidos políticos apresentam-se ao eleitorado como uma emanação da sociedade na sua totalidade.
A realidade é bem outra:
-Legitimam-se pelo voto popular, mas esta é apenas a ponta do iceberg, a indispensável para a aparência de democracia;
- O grosso do iceberg é composto pelos tremendos grupos de interesses e de pressão, substerrâneros uns, com foros de legalidade outros, todos de alguma forma contribuintes com algum tipo de mais-valia que permite ao partido político apresentar-se ao eleitorado e se possível ganhar eleições ou parcelas de poder;
- Não raro, e no nosso país bem frequentemente, essas facturas são depois pagas pelo sacrifício do interesse público em favor daqueles interesses subterrâneos, em tantas formas quanto a imaginação permite.
Afinal, quem controla os políticos?
A sociedade, por via do voto?
Não me parece: De cada virada, é mais do mesmo.
A resposta parece-me óbvia: A opinião pública.
A opinião pública pode controlar o poder político.
A opião pública é a opinião de todos, em conjunto e em simultâneo.
E essa só é possível ser criada pelos órgãos de informação, os media (se bem que fenómenos de disseminação de informação massiva hajam já ocorrido, pelo passa-palavra que as novas tecnologias permitem, v.g. os SMS e afins).
Daí a sua fundamental importância para a construção de uma sociedade livre e verdadeiramente democrática.
Sem um jornalismo livre que denuncie, que divulgue, que informe, o poder político actua a seu bel-prazer, manipula e forja verdades fictícias, meias-verdades e puras mentiras como se verdades fossem.
O poder político pode, e fá-lo, manipular os próprios órgãos de informação, orquestrando verdadeiras campanhas de propaganda, de lavagem ou simples actos de diversão destinados a desviar os olhares do que é realmente importante.
Sem um jornalismo LIVRE a democracia transfigura-se em regime de democracia semântica, definha e, quando não morre, passa a um estado vegetativo.
E como pode haver um jornalismo livre num país pequeno e dominado pelos poderes dos partidos políticos, especialmente os de poder, quando um decreto-lei do governo ou uma lei do mesmo partido do governo (têm maioria absoluta no parlamento, lembrem-se) pode controlar e permitir o posterior controlo da actividade dos media ou quando um simples telefonema pode retirar o prato de sopa da mesa do jornalista?
Todavia, como diz alguém, isto é um supônhamos!
A realidade é bem diversa, em regra para pior.
De permeio temos a natureza humana, a qual, para alguém mais cínico e céptico, é mais perversa do que a bondade natural ou a ingenuidade de alguns poderia fazer supor.
Neste cenário, quem controla os poderes políticos?
Séculos de história provam a ineficácia e a ineficiência dos valores como factor de controle da actividade política.
Os instrumentos e mecanismos de controle interno, pelo funcionamento das respectivas instituições representativas de outros tantos poderes do Estado também não se tem revelado eficaz.
Talvez porque uns são igualmente permeáveis às pressões e aos interesses subterrâneos que conspurcam os restantes, outros porque não têm poder bastante para esse efeito.
Os políticos não alcançam o poder mediante mecanismos de puro funcionamento do sistema.
Note-se a unanimidade de todas as forças políticas partidárias quanto à forma de financiamento dos partidos políticos, mesmo quando o sistema proposto denota falhas graves que, aliás, devem ter dado muito trabalho para bem serem mal feitas.
Os partidos políticos apresentam-se ao eleitorado como uma emanação da sociedade na sua totalidade.
A realidade é bem outra:
-Legitimam-se pelo voto popular, mas esta é apenas a ponta do iceberg, a indispensável para a aparência de democracia;
- O grosso do iceberg é composto pelos tremendos grupos de interesses e de pressão, substerrâneros uns, com foros de legalidade outros, todos de alguma forma contribuintes com algum tipo de mais-valia que permite ao partido político apresentar-se ao eleitorado e se possível ganhar eleições ou parcelas de poder;
- Não raro, e no nosso país bem frequentemente, essas facturas são depois pagas pelo sacrifício do interesse público em favor daqueles interesses subterrâneos, em tantas formas quanto a imaginação permite.
Afinal, quem controla os políticos?
A sociedade, por via do voto?
Não me parece: De cada virada, é mais do mesmo.
A resposta parece-me óbvia: A opinião pública.
A opinião pública pode controlar o poder político.
A opião pública é a opinião de todos, em conjunto e em simultâneo.
E essa só é possível ser criada pelos órgãos de informação, os media (se bem que fenómenos de disseminação de informação massiva hajam já ocorrido, pelo passa-palavra que as novas tecnologias permitem, v.g. os SMS e afins).
Daí a sua fundamental importância para a construção de uma sociedade livre e verdadeiramente democrática.
Sem um jornalismo livre que denuncie, que divulgue, que informe, o poder político actua a seu bel-prazer, manipula e forja verdades fictícias, meias-verdades e puras mentiras como se verdades fossem.
O poder político pode, e fá-lo, manipular os próprios órgãos de informação, orquestrando verdadeiras campanhas de propaganda, de lavagem ou simples actos de diversão destinados a desviar os olhares do que é realmente importante.
Sem um jornalismo LIVRE a democracia transfigura-se em regime de democracia semântica, definha e, quando não morre, passa a um estado vegetativo.
E como pode haver um jornalismo livre num país pequeno e dominado pelos poderes dos partidos políticos, especialmente os de poder, quando um decreto-lei do governo ou uma lei do mesmo partido do governo (têm maioria absoluta no parlamento, lembrem-se) pode controlar e permitir o posterior controlo da actividade dos media ou quando um simples telefonema pode retirar o prato de sopa da mesa do jornalista?
sexta-feira, junho 12, 2009
CORRUPÇÃO??!!! QUAL CORRUPÇÃO?!!!!!!
Tribunal de Contas: obras públicas em Portugal são mal geridas
http://www.ionline.pt/conteudo/8030-tribunal-contas-obras-publicas-em-portugal-sao-mal-geridas
As cinco obras públicas auditadas pelo Tribunal de Contas – túnel do Rossio, túnel do Terreiro do Paço, ponte Europa, aeroporto Sá Carneiro e Casa da Música – deviam ter custado 427 milhões, mas a factura final disparou para 706 milhões.
Tribunal de Contas identifica derrapagens de preços em obras públicas de referência que apontam para um desvio de 65% entre o valor inicial de adjudicação dos empreendimentos e o custo final das obras.
http://economico.sapo.pt/noticias/tribunal-de-contas-alerta-para-derrapagem-nas-obras-publicas_12476.html
SE PARECE MERDA E CHEIRA A MERDA É PORQUE É... MERDA!
http://www.ionline.pt/conteudo/8030-tribunal-contas-obras-publicas-em-portugal-sao-mal-geridas
As cinco obras públicas auditadas pelo Tribunal de Contas – túnel do Rossio, túnel do Terreiro do Paço, ponte Europa, aeroporto Sá Carneiro e Casa da Música – deviam ter custado 427 milhões, mas a factura final disparou para 706 milhões.
Tribunal de Contas identifica derrapagens de preços em obras públicas de referência que apontam para um desvio de 65% entre o valor inicial de adjudicação dos empreendimentos e o custo final das obras.
http://economico.sapo.pt/noticias/tribunal-de-contas-alerta-para-derrapagem-nas-obras-publicas_12476.html
SE PARECE MERDA E CHEIRA A MERDA É PORQUE É... MERDA!
domingo, junho 07, 2009
PARTIDOCRACIA = DITADURA
Está em curso mais uma tremenda operação de lixiviação, de lavagem e de branqueamento.
Mais uma vez, lá vai a carneirada dar foros de legitimidade e de legitimação à cambada que nos suga a vida até ao tutano.
E o filho da puta do dever cívico impõe o silêncio, pacifica as hostes e faz crer que o povo é quem mais ordena!
Mas ninguém se questiona o que é que a pandilha de predadores da coisa pública faz no exercício
de um poder que retira das mãos do povo como se retirasse um doce das mãos de uma criancinha.
Num país sem responsabilidade nem atitude responsabilizante, os predadores sentem-se livres para operar a seu bel-prazer.
Os carneiros votantes voltam à sua ruminante vida:
- pagam os impostos;
- voltam para as filas dos hospitais;
- continuam com os filhos em escolas que não formam verdadeiros cidadãos e profissionais capazes;
- circulam por estradas esburacadas;
- pagam portagens estupidamente elevadas face ao serviço que prestam (não prestam!);
- continuam a esperar anos por uma sentença judicial;
- voltam às filas de atendimento nos balcões públicos;
- sofrem os agravos dos sistemas informáticos inoperantes (que o Estado, ou seja, todos nós, pagámos por milhões e milhões de euros!)
- continuam diariamente a assistir a notícias de fraudes, de corrupção, que envolvem os nomes das maiores figuras políticas cá do burgo!
E tudo, como se nada fosse!
Portugal pode queixar-se apenas de si mesmo.
Os portugueses têm o que merecem ter.
A incapacidade de a sociedade civil se organizar para a mudança dá apenas lugar à continuidade da ditadura dos predadores da coisa pública.
A partidocracia é um regime de ditadura que se organiza em torno de uma legitimação pelo voto da carneirada, mas não se distingue dos jugos dos poderes fascistas ou dos poderes comunistas.
É a pior das ditaduras, pois na partidocracia a actuação dos ditadores é subreptícia, subliminar, encapotada, disseminada, insidiosa!
E como se luta contra uma coisa que é o que não parece ser à primeira vista? e até se diz legitimada pelo voto popular?
Mais uma vez, lá vai a carneirada dar foros de legitimidade e de legitimação à cambada que nos suga a vida até ao tutano.
E o filho da puta do dever cívico impõe o silêncio, pacifica as hostes e faz crer que o povo é quem mais ordena!
Mas ninguém se questiona o que é que a pandilha de predadores da coisa pública faz no exercício
de um poder que retira das mãos do povo como se retirasse um doce das mãos de uma criancinha.
Num país sem responsabilidade nem atitude responsabilizante, os predadores sentem-se livres para operar a seu bel-prazer.
Os carneiros votantes voltam à sua ruminante vida:
- pagam os impostos;
- voltam para as filas dos hospitais;
- continuam com os filhos em escolas que não formam verdadeiros cidadãos e profissionais capazes;
- circulam por estradas esburacadas;
- pagam portagens estupidamente elevadas face ao serviço que prestam (não prestam!);
- continuam a esperar anos por uma sentença judicial;
- voltam às filas de atendimento nos balcões públicos;
- sofrem os agravos dos sistemas informáticos inoperantes (que o Estado, ou seja, todos nós, pagámos por milhões e milhões de euros!)
- continuam diariamente a assistir a notícias de fraudes, de corrupção, que envolvem os nomes das maiores figuras políticas cá do burgo!
E tudo, como se nada fosse!
Portugal pode queixar-se apenas de si mesmo.
Os portugueses têm o que merecem ter.
A incapacidade de a sociedade civil se organizar para a mudança dá apenas lugar à continuidade da ditadura dos predadores da coisa pública.
A partidocracia é um regime de ditadura que se organiza em torno de uma legitimação pelo voto da carneirada, mas não se distingue dos jugos dos poderes fascistas ou dos poderes comunistas.
É a pior das ditaduras, pois na partidocracia a actuação dos ditadores é subreptícia, subliminar, encapotada, disseminada, insidiosa!
E como se luta contra uma coisa que é o que não parece ser à primeira vista? e até se diz legitimada pelo voto popular?
quinta-feira, maio 28, 2009
A FÉ É QUE NOS SALVA
Um recentíssimo estudo realizado por uma das operadoras que efectuam estudos por encomenda do Governo veio revelar a verdadeira faceta da grande maioria dos políticops portugueses:
Apesar da laicização do Estado, a verdade é que a grande maioria dos nossos políticos são dos mais católicos do mundo!
Segundo o estudo, a prova é algo de bastante concreto:
Nunca assinam nada sem terem um terço na mão!
Apesar da laicização do Estado, a verdade é que a grande maioria dos nossos políticos são dos mais católicos do mundo!
Segundo o estudo, a prova é algo de bastante concreto:
Nunca assinam nada sem terem um terço na mão!
segunda-feira, maio 25, 2009
DE NIHILO NIHIL
E pronto: Começou mais uma tourada!
De um lado uns quantos cavaleiros e toureiros apeados, de farpas e estoques em riste, prontos para os enterrarem nos lombos dos cabrestos votantes, assim que este voltarem as costas às urnas.
Antes, porém, enchem a boca de palavras, palavras e mais palavras, cada vez com menos sentido.
E fazem-no sem pinga de vergonha, sem sinal de remorso, descaradamente!
Esta cambada que se governa e que nos desgoverna, acaba por convencer a cabrestada a legitimá-los no exercício de um poder que se diz em nome do povo, mas que, de tão incompetente e corrupto, suga o povo até ao tutano em favor de um pequeno grupo de interessados e interesses longe, muito longe do interesse público.
As ideias, as políticas, o rumo do país, as pessoas, que deveriam ser o tema da campanha, não são discutidas.
E porquê?
Porque isso é o que menos interessa:
-É enfadonho e não dá votos;
-É comprometedor, pois alguém pode vir a cobrar futuramente o compromisso que da discussão resultasse.
É mais do mesmo, o que por aí vem!
"Se continuares a fazer o que vens fazendo, continuarás a obter o que vens obtendo"!
É uma grande e lógica verdade.
De nihilo nihil, disse Lucrécio, querendo significar que do nada, nada vem.
De um lado uns quantos cavaleiros e toureiros apeados, de farpas e estoques em riste, prontos para os enterrarem nos lombos dos cabrestos votantes, assim que este voltarem as costas às urnas.
Antes, porém, enchem a boca de palavras, palavras e mais palavras, cada vez com menos sentido.
E fazem-no sem pinga de vergonha, sem sinal de remorso, descaradamente!
Esta cambada que se governa e que nos desgoverna, acaba por convencer a cabrestada a legitimá-los no exercício de um poder que se diz em nome do povo, mas que, de tão incompetente e corrupto, suga o povo até ao tutano em favor de um pequeno grupo de interessados e interesses longe, muito longe do interesse público.
As ideias, as políticas, o rumo do país, as pessoas, que deveriam ser o tema da campanha, não são discutidas.
E porquê?
Porque isso é o que menos interessa:
-É enfadonho e não dá votos;
-É comprometedor, pois alguém pode vir a cobrar futuramente o compromisso que da discussão resultasse.
É mais do mesmo, o que por aí vem!
"Se continuares a fazer o que vens fazendo, continuarás a obter o que vens obtendo"!
É uma grande e lógica verdade.
De nihilo nihil, disse Lucrécio, querendo significar que do nada, nada vem.
terça-feira, maio 19, 2009
APOLOGIA DO POLÍTICO
Qualquer um pode ser eleito para qualquer um dos órgãos de soberania de natureza política, especialmente deputados à Assembleia da República ou membros do Governo.
Não requer quaisquer qualificações prévias.
Também não há quaisquer requisitos prévios, exames técnico-científicos, psicotécnicos ou outros de natureza pessoal.
Nada.
Basta o apadrinhamento por um grupo de individuos organizados e ordenados ao assalto à coisa pública, oh... perdão, por um partido político.
É quanto basta para ser levado ao colo à cadeira do poder.
Evidentemente que ter pai, pai, mãe, tio, padrinho, sobrinho, primo, bem colocado no aparelho partidário é factor primordial.
Competências de estadista, humanas ou apenas técnico-científicas não são exigidas (salvo, talvez, o inglês técnico).
Tudo o que os senhores políticos têm a fazer é seguir a cartilha do foder (não, não é do poder) e convencer o rebanho, perdão, os eleitores a votar neles.
Chama-se legitimação por sufrágio (embora em certos círculos se veja aqui um verdadeiro jogo sado-maso).
O regime é o tal menos mau de todos: O democrático.
Donde se conclui que:
- O político é o grau mais elevado na escala inversa da competência, da seriedade, da verdade, da moral e da ética.
- Político é um qualquer e pode ser qualquer um, desde que tenha a ausência certa das qualidades para o exercício do cargo.
Não requer quaisquer qualificações prévias.
Também não há quaisquer requisitos prévios, exames técnico-científicos, psicotécnicos ou outros de natureza pessoal.
Nada.
Basta o apadrinhamento por um grupo de individuos organizados e ordenados ao assalto à coisa pública, oh... perdão, por um partido político.
É quanto basta para ser levado ao colo à cadeira do poder.
Evidentemente que ter pai, pai, mãe, tio, padrinho, sobrinho, primo, bem colocado no aparelho partidário é factor primordial.
Competências de estadista, humanas ou apenas técnico-científicas não são exigidas (salvo, talvez, o inglês técnico).
Tudo o que os senhores políticos têm a fazer é seguir a cartilha do foder (não, não é do poder) e convencer o rebanho, perdão, os eleitores a votar neles.
Chama-se legitimação por sufrágio (embora em certos círculos se veja aqui um verdadeiro jogo sado-maso).
O regime é o tal menos mau de todos: O democrático.
Donde se conclui que:
- O político é o grau mais elevado na escala inversa da competência, da seriedade, da verdade, da moral e da ética.
- Político é um qualquer e pode ser qualquer um, desde que tenha a ausência certa das qualidades para o exercício do cargo.
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