1.
O soares, à boleia da vitótia de Hollande e da sua promessa de se virar para o crescimento económico em detrimento das medidas de austeridade, apressa-se a lançar achas para a fogueira do ps, pressionando a insegurança do seguro.
É como um cobarde, acobardado perante o adversário que, julgando ter o apoio de alguém, cresce na arrogância ao julgar sentir as costas quentes.
2.
cria-se um movimento, surdo mas crescente no cerco aos corruptos e à corrupção e, embora acabe tudo morto na praia como habitualmente neste país, o filho da puta do sócrates (quase vomito a escrever o nome do monte de merda) talvez seja incomodado o suficiente para o expôr àqueles ceguetas que ainda não viram o bandalho que o filho da puta é.
3.
Sempre aqui defendi e escrevi várias vezes que Portugal é tão produtivo como qualquer outro país do seu campeonato e que o problema é simplesmente não ser capaz de produzir para tanto ladrão.
A pouco e pouco, esse retrato vai-se tornando muito claro.
Hoje não há português que não saiba (excepto os que não querem saber) que foi a corrupção e a roubalheira perpetrada pelos filhos da puta da classe que toma decisões políticas e administrativas os únicos responsáveis pela bancarrota e o sofrimento de milhões de pessoas neste país.
Serão anos e anos de sofrimento para tanta gente, apenas porque andava tudo "distraído" enquanto éramos assaltados por aqueles que deveriam governar segundo o interesse público.
Quem tem os genes das Gentes do Norte, como eu, não vai lá com calma, nem caldos de galinha, nem processos crime, nem o caralho.
Eu, por mim, fodia-lhes as trombas à porrada até vomitarem a alma criminosa! (a alma não, que estes merdas nem alma têm. Até vomitarem os dentes! Todos!).
4.Aaaaaahhh... já me sinto um pouco melhor.
Boa noite.
terça-feira, maio 08, 2012
quinta-feira, abril 26, 2012
PORNOGRAFIA POLÍTICA
Qual a solução para a INCOMPETÊNCIA (eufemisticamente falando de um plano bem urdido pela classe dominante)?
Só vislumbro uma!
Em abstracto. Pois em concreto é de muito difícil ou quase impossível implementação:
A solução virá pela mão da educação, da cultura dos valores sociais, dos valores humanos.
Começa nas famílias. No entanto, como podem as famílias dar o que não têm?
Começa nas escolas. No entanto, como podem as escolas dar o que os dirigentes políticos não querem?
E se pensam que é apenas este maluco excêntrico a dizer estas merdas, vejam isto:
"A actual classe dominante nunca será capaz de resolver a crise, porque ela é a crise!
E não falo apenas da classe política, mas da educacional, da que controla os media, da financeira, etc.
Não vão resolver a crise porque a sua mentalidade é extremamente limitada e controlada por uma única coisa: os seus interesses.
Os políticos existem para servir os seus interesses, não o país.
Na educação, a mesma coisa: quem controla as universidades está ali para favorecer empresas e o Estado.
Se algo não é bom para a economia, porquê investir dinheiro?
Nos media o mesmo.
Sim. No geral, os media já não são o espelho da sociedade nem informam de facto as pessoas do que se está a passar, existem sim para vender e vender e vender.
E as consequências estão à vista.
Pois, estamos a assistir à desintegração da sociedade."
Rob Riemen, filósofo holandês
Só vislumbro uma!
Em abstracto. Pois em concreto é de muito difícil ou quase impossível implementação:
A solução virá pela mão da educação, da cultura dos valores sociais, dos valores humanos.
Começa nas famílias. No entanto, como podem as famílias dar o que não têm?
Começa nas escolas. No entanto, como podem as escolas dar o que os dirigentes políticos não querem?
E se pensam que é apenas este maluco excêntrico a dizer estas merdas, vejam isto:
"A actual classe dominante nunca será capaz de resolver a crise, porque ela é a crise!
E não falo apenas da classe política, mas da educacional, da que controla os media, da financeira, etc.
Não vão resolver a crise porque a sua mentalidade é extremamente limitada e controlada por uma única coisa: os seus interesses.
Os políticos existem para servir os seus interesses, não o país.
Na educação, a mesma coisa: quem controla as universidades está ali para favorecer empresas e o Estado.
Se algo não é bom para a economia, porquê investir dinheiro?
Nos media o mesmo.
Sim. No geral, os media já não são o espelho da sociedade nem informam de facto as pessoas do que se está a passar, existem sim para vender e vender e vender.
E as consequências estão à vista.
Pois, estamos a assistir à desintegração da sociedade."
Rob Riemen, filósofo holandês
quarta-feira, abril 25, 2012
DA LIBERDADE À INCOMPETÊNCIA NACIONAL
Hoje, 25 de Abril de 2012, celebra-se a liberdade e constata-se a incompetência de um povo inteiro.
Incompetência, por não ser capaz de se organizar enquanto Estado de Direito;
Incompetência, por não ser capaz de firmar um desígnio nacional, um rumo para o país (e não para os interesses dos políticos e dos seus partidos);
Incompetência, por não ser capaz de erradicar o cancro da sociedade portuguesa, os partidos políticos que temos tal como são;
Incompetência, por não ser capaz de perseguir criminosos, apenas porque são figuras públicas e inscritos em partidos políticos;
Incompetência, por se levar a si mesmo, um povo inteiro, à miséria, apesar dos milhões e milhões de fundos comunitários dados a fundo perdido;
Incompetência, porque as suas boas qualidades são preteridas em favor de um pensamento mesquinho, menorizado, chico-esperteiro, golpista;
Incompetência, por não conter pessoas suficientemente honestas, axiologicamente orientadas ao bem comum e ao interesse público, estruturadas e capazes de, com sentido de Estado,capacidade e competência, governar o país.
Verdadeiramente, enquanto povo, somos todos nós incompetentes:
Somos cidadãos incompetentes!
Somos votantes incompetentes!
Somos uma sociedade tão incompetente em vertentes tão importantes que, prova provada, fomos conduzidos , ou seja, conduzimo-nos, a nós próprios, à bancarrota!
E, em paralelo com o melhor, fomos quase sempre capazes do pior e quase sempre fomos incompetentes ao longo da história.
Desde o séc. XV, o império asiático manteve Portugal a flutuar, mas apenas para uma certa classe social e política.
Depois, o Brasil, o seu ouro e açucar manteve Portugal a flutuar, mas ainda e apenas para uma certa classe política e social, pois não foi capaz de se modernizar utilizando essa riqueza, numa altura em que as sociedades europeias se modernizaram tremendamente.
Depois o império africano manteve também Portugal a flutuar e ainda, neste caso, sem verdadeira infra-estruturação da economia do país (viva o Fontes e pouco mais...), continuando a beneficiar uma certa classe política e social em detrimento do país, cada vez mais desfasado da modernidade europeia.
Finalmente, a comunidade europeia, donde jorraram biliões, manteve Portugal a flutuar e permitiu criar uma rede de estradas, a maior da europa em termos relativos, e pouco mais.
Permitiu ainda destruir a agricultura e as pescas.
Permitiu aos portugueses serem aquilo que são, aquilo que somos: Uns chicos-espertos contentíssimos por enganar a Europa, enganar o fisco, enganar o vizinho...
Afinal, enganar-se a si mesmo.
A chico-espertice deu nisto: A bancarrota.
Eis Portugal em 25 de Abril de 2012: Um país incompetente recheado de incompetentes, em bancarrota!
Um país infeliz e de infelizes.
Não me venham com o discurso de que há coisas boas e de que temos de olhar para as coisas boas...
Claro que há coisas boas!
São as nossas boias de salvação.
Mas, tal como aconteceu no Titanic, parece que não chegam para todos...
De pouco servem àqueles que sofrem o agravo de tanta incompetência!
INCOMPETÊNCIA! (Belo eufemismo, não?)
Incompetência, por não ser capaz de se organizar enquanto Estado de Direito;
Incompetência, por não ser capaz de firmar um desígnio nacional, um rumo para o país (e não para os interesses dos políticos e dos seus partidos);
Incompetência, por não ser capaz de erradicar o cancro da sociedade portuguesa, os partidos políticos que temos tal como são;
Incompetência, por não ser capaz de perseguir criminosos, apenas porque são figuras públicas e inscritos em partidos políticos;
Incompetência, por se levar a si mesmo, um povo inteiro, à miséria, apesar dos milhões e milhões de fundos comunitários dados a fundo perdido;
Incompetência, porque as suas boas qualidades são preteridas em favor de um pensamento mesquinho, menorizado, chico-esperteiro, golpista;
Incompetência, por não conter pessoas suficientemente honestas, axiologicamente orientadas ao bem comum e ao interesse público, estruturadas e capazes de, com sentido de Estado,capacidade e competência, governar o país.
Verdadeiramente, enquanto povo, somos todos nós incompetentes:
Somos cidadãos incompetentes!
Somos votantes incompetentes!
Somos uma sociedade tão incompetente em vertentes tão importantes que, prova provada, fomos conduzidos , ou seja, conduzimo-nos, a nós próprios, à bancarrota!
E, em paralelo com o melhor, fomos quase sempre capazes do pior e quase sempre fomos incompetentes ao longo da história.
Desde o séc. XV, o império asiático manteve Portugal a flutuar, mas apenas para uma certa classe social e política.
Depois, o Brasil, o seu ouro e açucar manteve Portugal a flutuar, mas ainda e apenas para uma certa classe política e social, pois não foi capaz de se modernizar utilizando essa riqueza, numa altura em que as sociedades europeias se modernizaram tremendamente.
Depois o império africano manteve também Portugal a flutuar e ainda, neste caso, sem verdadeira infra-estruturação da economia do país (viva o Fontes e pouco mais...), continuando a beneficiar uma certa classe política e social em detrimento do país, cada vez mais desfasado da modernidade europeia.
Finalmente, a comunidade europeia, donde jorraram biliões, manteve Portugal a flutuar e permitiu criar uma rede de estradas, a maior da europa em termos relativos, e pouco mais.
Permitiu ainda destruir a agricultura e as pescas.
Permitiu aos portugueses serem aquilo que são, aquilo que somos: Uns chicos-espertos contentíssimos por enganar a Europa, enganar o fisco, enganar o vizinho...
Afinal, enganar-se a si mesmo.
A chico-espertice deu nisto: A bancarrota.
Eis Portugal em 25 de Abril de 2012: Um país incompetente recheado de incompetentes, em bancarrota!
Um país infeliz e de infelizes.
Não me venham com o discurso de que há coisas boas e de que temos de olhar para as coisas boas...
Claro que há coisas boas!
São as nossas boias de salvação.
Mas, tal como aconteceu no Titanic, parece que não chegam para todos...
De pouco servem àqueles que sofrem o agravo de tanta incompetência!
INCOMPETÊNCIA! (Belo eufemismo, não?)
quinta-feira, abril 19, 2012
INCOMPREENSÍVEL!!!
Apenas dois países NO MUNDO INTEIRO têm expectativa pior do que a portuguesa no tocante ao crescimento da economia.
(Crescimento é, neste contexto, um eufemismo para uma economia que para chegar ao nível do chão já tem que subir a um banco...)
Há algo de profundamente errado com este país, talvez com este povo, enquanto tal, pois individualmente parece que somos uns gajos porreiros... tirando uns filhos-de-puta que por aí andam...
Adiante...
O que verificamos é que a economia não funciona num país como o nosso, por motivos que se afigura ultrapassáveis:
O problema do sistema fical confiscatório, predador, gerador de incerteza e insegurança;
O problema do sistema de justiça inoperacional, por exemplo, pela sua anquilosidade adjectiva quanto ao cível e administrativo, e, por exemplo, ineficácia do Ministério Público quanto ao crime (ineficácia é também um eufemismo...)
O problema de um sistema administrativo burocrático, partidarizado, cheio como um ovo de pequenos-grandes poderes que atravancam e corrompem;
O problema da ausência de verdadeira actuação reguladora do mercado nas áreas da regulação.
Numa palavra: O problema da ausência de dirigentes capazes de identificar os problemas, identificar o desígnio nacional e operar a mudança.
Mas deixemos isso, pois o que pretendo é vomitar apenas isto:
Num primeiro momento deste governo, afigurava-se que as medidas tecnocratas e as contas de merceeiro do ministro das finanças faziam algum sentido, pois, por exemplo, os funcionários públicos são simplesmente, nessa lógica, despesa pública e, por outro lado, os pensionistas são apenas despesa para o sistema da segurança social.
Havia que cortar na despesa do orçamento.
No entanto, à medida que vão avançando mais medidas, todas no mesmo sentido e com os mesmos destinatários, verifica-se que são estes dois grupos, quem mais gravemente suporta os efeitos da crise e das medidas de extrema austeridade tomadas, aliás, duplamente agravados, em termos gerais como os demais portugueses e em termos especiais enquanto despesa a cortar.
Todavia, por mero exemplo, as parcerias público-privadas, correspondendo à maior falcatrua que Portugal já conheceu, efectuada com instrumentos formalmente válidos, constituem, e vai agravar-se exponencialmente a partir de 2014, a fonte do descalabro financeiro, o carrasco do orçamento, o coveiro do país.
E, no entanto, nada se faz quanto a essa despesa.
A questão é esta: Sendo as parcerias público-privadas fonte de despesa gravíssima para o orçamento, porque motivo é que, com os mesmos argumentos utilizados para suprimir e cortar salários e pensões, este governo não corta nessa outra despesa?
Não se compreende, nem nada relevante o justifica!!!
É que, cortando nos salários e pensões, lançam-se milhares senão milhões de pessoas para situações de miséria, de pobreza, de incapacidade de solver as suas dívidas, de tristeza, de angústia, de infelicidade.
É uma questão humana!!!
Todavia, se se cortassem os tremendos benefícios (remunerações do capital que alcançam 17%, sem riscos) que decorrem dos contratos muito bem mal feitos nas parcerias público-privadas, apenas eram atingidos os merdosos que tiveram como parceiros de crime de lesa-país os governantes filhos-de-puta que decidiram tais obras e assinaram tais contratos.
Como pode este governo ser tão insensível?
Verdadeiramente, é tudo farinha do mesmo saco: Um bando de cretinos, incapazes, incompetentes, oportunistas medrosos e merdosos!
E... não acontece nada neste país do faz de conta...
Nem sei se hei-de rir se hei-de chorar...
...é que não me apetece ficar indiferente e sinto-me de pés e mãos atados...
(Crescimento é, neste contexto, um eufemismo para uma economia que para chegar ao nível do chão já tem que subir a um banco...)
Há algo de profundamente errado com este país, talvez com este povo, enquanto tal, pois individualmente parece que somos uns gajos porreiros... tirando uns filhos-de-puta que por aí andam...
Adiante...
O que verificamos é que a economia não funciona num país como o nosso, por motivos que se afigura ultrapassáveis:
O problema do sistema fical confiscatório, predador, gerador de incerteza e insegurança;
O problema do sistema de justiça inoperacional, por exemplo, pela sua anquilosidade adjectiva quanto ao cível e administrativo, e, por exemplo, ineficácia do Ministério Público quanto ao crime (ineficácia é também um eufemismo...)
O problema de um sistema administrativo burocrático, partidarizado, cheio como um ovo de pequenos-grandes poderes que atravancam e corrompem;
O problema da ausência de verdadeira actuação reguladora do mercado nas áreas da regulação.
Numa palavra: O problema da ausência de dirigentes capazes de identificar os problemas, identificar o desígnio nacional e operar a mudança.
Mas deixemos isso, pois o que pretendo é vomitar apenas isto:
Num primeiro momento deste governo, afigurava-se que as medidas tecnocratas e as contas de merceeiro do ministro das finanças faziam algum sentido, pois, por exemplo, os funcionários públicos são simplesmente, nessa lógica, despesa pública e, por outro lado, os pensionistas são apenas despesa para o sistema da segurança social.
Havia que cortar na despesa do orçamento.
No entanto, à medida que vão avançando mais medidas, todas no mesmo sentido e com os mesmos destinatários, verifica-se que são estes dois grupos, quem mais gravemente suporta os efeitos da crise e das medidas de extrema austeridade tomadas, aliás, duplamente agravados, em termos gerais como os demais portugueses e em termos especiais enquanto despesa a cortar.
Todavia, por mero exemplo, as parcerias público-privadas, correspondendo à maior falcatrua que Portugal já conheceu, efectuada com instrumentos formalmente válidos, constituem, e vai agravar-se exponencialmente a partir de 2014, a fonte do descalabro financeiro, o carrasco do orçamento, o coveiro do país.
E, no entanto, nada se faz quanto a essa despesa.
A questão é esta: Sendo as parcerias público-privadas fonte de despesa gravíssima para o orçamento, porque motivo é que, com os mesmos argumentos utilizados para suprimir e cortar salários e pensões, este governo não corta nessa outra despesa?
Não se compreende, nem nada relevante o justifica!!!
É que, cortando nos salários e pensões, lançam-se milhares senão milhões de pessoas para situações de miséria, de pobreza, de incapacidade de solver as suas dívidas, de tristeza, de angústia, de infelicidade.
É uma questão humana!!!
Todavia, se se cortassem os tremendos benefícios (remunerações do capital que alcançam 17%, sem riscos) que decorrem dos contratos muito bem mal feitos nas parcerias público-privadas, apenas eram atingidos os merdosos que tiveram como parceiros de crime de lesa-país os governantes filhos-de-puta que decidiram tais obras e assinaram tais contratos.
Como pode este governo ser tão insensível?
Verdadeiramente, é tudo farinha do mesmo saco: Um bando de cretinos, incapazes, incompetentes, oportunistas medrosos e merdosos!
E... não acontece nada neste país do faz de conta...
Nem sei se hei-de rir se hei-de chorar...
...é que não me apetece ficar indiferente e sinto-me de pés e mãos atados...
quarta-feira, abril 11, 2012
COISAS QUEMATORMENTAM!
Mário Soares foi apanhado no dia 3 de Abril pelo radar do Destacamento de Trânsito de Leiria da GNR a circular a 199 km/hora na A8.
O ex-presidente da República era conduzido pelo motorista, numa viatura oficial.
O veículo, em nome da Direção-Geral do Tesouro e das Finanças, seguia no sentido sul-norte e foi mandado parar na área de serviço seguinte.
Quando os guardas se aproximaram, o ex-presidente foi "bastante mal-educado", e no final "disse que o Estado é que ia pagar a multa, pelo que a carta do condutor ficou apreendida", contou fonte da GNR.
Questão fundamental:
Como é que alguém com a alegada «estatura moral e cívica e política e-eu-sei-lá-que-mais» tem uma reacção destas?
Resposta:
Porque essa é a sua verdadeira natureza!
Mário Soares não tem a «estatura» que se diz que ele tem (não seria necessário este acontecimento para se poder concluir assim, pois alguém que nunca foi boa rês não passa nunca de um bovino atarracado que de quando em vez marra (foi este indivíduo que decidiu abandonar à sua sorte os milhões de pessoas que viviam nas ex-colónias portuguesas, tanto portugueses como naturais daquelas terras, sem cuidar de operar uma transição pacífica, humana, civilizada).
Além disso, o que se poderia esperar dum fulano que pertence ao partido dito socialista português que pariu o ser-mais-abjecto-de-que-há-memória-e-que-está-em-paris-boquiaberto-com-a-facilidade-com-que-conseguiu-enganar-endrominar-e-positivamente-foder-um-povo-inteiro?
Problema conexo:
Saída a notícia, logo se ouviram uma vozes contra... contra a GNR!, pelo facto de ter relatado que o fulanito tinha sido "bastante mal-educado" e ter dito que "o Estado é que ia pagar a multa".
Portanto, apesar da gravidade da actuação do fulanito (afinal, é um ex-presidente da República), estas vozes públicas levantaram-se contra a GNR!!!
Nada de novo, se pensarmos que o Cavaco denunciou o dito sócrates por deslealdade institucional e a maior parte dos fazedores de opinião virou-se contra ele, Cavaco, por ter feito a denúncia, mas nem uma palavra quanto ao comportamento do monte de esterco dito sócrates.
"É o povo, pá!"
E e´!
É este povo que tem o que merece!!!
sábado, março 17, 2012
CADA CAVADELA, CADA MINHOCA!!!!!!!!!!!!
Desde a Parque Escolar até à eléctrica, desde as estradas até à Refer, municípios (quase todos) e demais institutos e empresas públicas e de capitais públicos, está tudo minado!
Já sabiamos.
Mas voltamos agora a saber.
Como pode Portugal sobreviver a tanta roubalheira, a tanto sanguessuga, a tanto filho-da-puta!!!???
Para onde vai este país?
Ninguém sabe!
Sabemos que uma boa parte da massa cinzenta mais capaz simplesmente sai do país.
Não estará na hora de acontecer uma merda qualquer?!?!?!?!?
Já sabiamos.
Mas voltamos agora a saber.
Como pode Portugal sobreviver a tanta roubalheira, a tanto sanguessuga, a tanto filho-da-puta!!!???
Para onde vai este país?
Ninguém sabe!
Sabemos que uma boa parte da massa cinzenta mais capaz simplesmente sai do país.
Não estará na hora de acontecer uma merda qualquer?!?!?!?!?
domingo, março 04, 2012
PONTO DA SITCOM, perdão... DA SITUAÇÃO...
passos pouco seguro.
seguro dá passos para lado nenhum.
ambos não dão cavaco.
e cavaco não se mostra seguro nos passos.
entretanto,
o povo português marca passos,
sabe que o seguro
não morre de velho nem aquece o lugar
e decide não dar cavaco a cavaco.
em boa verdade,
a coisa é mais profunda:
cavaco não é
mas apenas um graveto,
o passos não anda,
mas apenas gatinha,
e do seguro
é seguro a insegurança.
isto é que vai uma crise!!!!?
seguro dá passos para lado nenhum.
ambos não dão cavaco.
e cavaco não se mostra seguro nos passos.
entretanto,
o povo português marca passos,
sabe que o seguro
não morre de velho nem aquece o lugar
e decide não dar cavaco a cavaco.
em boa verdade,
a coisa é mais profunda:
cavaco não é
mas apenas um graveto,
o passos não anda,
mas apenas gatinha,
e do seguro
é seguro a insegurança.
isto é que vai uma crise!!!!?
quinta-feira, março 01, 2012
FILOSOFIA CONSTATATÁRIA OPERANTE
Limita-se a constatar, é verdade, mas a questão é meritória.
Ora, pensem lá nisto, debitado pelo Bob Marley:
PARA QUE LEVAR A VIDA TÃO A SÉRIO
SE ELA É UMA ALUCINANTE AVENTURA
DA QUAL JAMAIS SAIREMOS VIVOS!?
Ora, pensem lá nisto, debitado pelo Bob Marley:
PARA QUE LEVAR A VIDA TÃO A SÉRIO
SE ELA É UMA ALUCINANTE AVENTURA
DA QUAL JAMAIS SAIREMOS VIVOS!?
quinta-feira, fevereiro 09, 2012
A PERENIDADE DA MUDANÇA
Viver é evoluir em permanência.
Constantemente.
Microsegundo a microsegundo.
Quando a evolução é de matriz lenta, em ciclos que se aproxiam dos ciclos naturais de vida, a mudança é pouco notada.
Sobretudo, tal mudança é absorvida, reintegrada na evolução consabida, constante e necessária.
Na vida!
Não é assim nos tempos que correm.
Os ciclos de mudança, de tão acelerados e próximos, permitem, à vista de um, vislumbrar o outro.
E, na comparação, identificam-se claramente os sinais da mudança, do velho e do novo paradigma.
Nada de novo.
Evoluções de síncope e clivagens ocorreram, seguramente, em todas as épocas e em todas as civilizações.
Então o que há de novo?
Há essencialmente uma sociedade de consumo.
As pessoas são o que consomem.
E são enquanto consomem.
Quem não consome não existe.
O consumo é a medida de todas as coisas.
E a sociedade de consumo não descansa nem desiste de nos lembrar isso mesmo, todos os dias.
Quando uma evolução rápida põe em causa a sociedade de consumo, as pessoas ficam baratinadas.
De repente descobrem que os peixes afinal vêm do mar, as galinhas, do galinheiro, os tomates, da horta.
E não das prateleiras de um qualquer supermercado.
De repente, o sistema capitalista, mercantilista, de consumo em massa, apresenta todas as suas fragilidades.
Tão frágil quanto as pobres almas dos seres humanos, expostos aos elementos da natureza que não controlam, por mais que que se convençam do contrário.
Vivemos numa época de grandes e profundas mudanças:
A sociedade de consumo aproxima-se do seu esgotamento.
A natureza impõe a sua vontade, com total desprezo pela evolução darwiniana, transformando os seres humanos e demais viventes em meras bolas de pingue-pongue num jogo maluco com um qualquer deus desvairado.
Creio que pouco há a fazer que não seja viver o dia a dia da forma mais prazenteira possível.
E deixar assentar a poeira.
talvez assim possamos descansar...
Constantemente.
Microsegundo a microsegundo.
Quando a evolução é de matriz lenta, em ciclos que se aproxiam dos ciclos naturais de vida, a mudança é pouco notada.
Sobretudo, tal mudança é absorvida, reintegrada na evolução consabida, constante e necessária.
Na vida!
Não é assim nos tempos que correm.
Os ciclos de mudança, de tão acelerados e próximos, permitem, à vista de um, vislumbrar o outro.
E, na comparação, identificam-se claramente os sinais da mudança, do velho e do novo paradigma.
Nada de novo.
Evoluções de síncope e clivagens ocorreram, seguramente, em todas as épocas e em todas as civilizações.
Então o que há de novo?
Há essencialmente uma sociedade de consumo.
As pessoas são o que consomem.
E são enquanto consomem.
Quem não consome não existe.
O consumo é a medida de todas as coisas.
E a sociedade de consumo não descansa nem desiste de nos lembrar isso mesmo, todos os dias.
Quando uma evolução rápida põe em causa a sociedade de consumo, as pessoas ficam baratinadas.
De repente descobrem que os peixes afinal vêm do mar, as galinhas, do galinheiro, os tomates, da horta.
E não das prateleiras de um qualquer supermercado.
De repente, o sistema capitalista, mercantilista, de consumo em massa, apresenta todas as suas fragilidades.
Tão frágil quanto as pobres almas dos seres humanos, expostos aos elementos da natureza que não controlam, por mais que que se convençam do contrário.
Vivemos numa época de grandes e profundas mudanças:
A sociedade de consumo aproxima-se do seu esgotamento.
A natureza impõe a sua vontade, com total desprezo pela evolução darwiniana, transformando os seres humanos e demais viventes em meras bolas de pingue-pongue num jogo maluco com um qualquer deus desvairado.
Creio que pouco há a fazer que não seja viver o dia a dia da forma mais prazenteira possível.
E deixar assentar a poeira.
talvez assim possamos descansar...
quarta-feira, janeiro 25, 2012
LIBERDADE
Nunca como hoje o ser humano foi MENOS livre.
Mesmo na democracia mais aparentemente democrátrica - especialmente na democracia mais aparentemente democrática - não há, simplesmente, liberdade!
Há apenas um certa idéia de uma certa liberdade , que não passa, afinal, de mero condicionamento social a uma idéia de exercício de um poder, pelo povo, através de um fenómeno de representatividade política que tudo tem menos de representativo e tudo é menos democrático.
Quão longe da realidade se revela, em cada e em todos os casos, essa idéia de liberdade.
A liberdade ideal pressupõe a perfeição humana, ou seja, uma liberdade para cuja vivência não é necessário responsabilidade.
A dimensão humana, felizmente imperfeita, impõe necessariamente a responsabilidade como factor da liberdade.
A simples constatação da irresponsabilidade individual e colectiva das sociedades modernas conduz-nos, inevitavelmente, à conclusão de completa ausência de liberdade no seio destas sociedades.
Há ou pode haver subsmissão (por medo, por idolatria, cobardia ou interesse mesquinho, por ignorância, por estupidez...), mas não há liberdade.
A liberdade pressupõe, para que o seja, uma consciência de liberdade.
Há ou pode haver rebeldes, mas na medida em que tal rebeldia permaneça balizada e contida nas fronteiras do que é tido como democraticamente admissível, não há liberdade, pois a rebeldia que ocorre no âmbito dos instrumentos do sistema padece necessariamente da mesma falta de liberdade.
Ser livre é agir segundo as suas próprias convicções e disposto, no mesmo passo e medida, a assumir a total responsabilidade por essa acção.
Tudo isto, SEMPRE, no quadro dos valores universais imanentes à condição humana, que é possível identificar sem atavismos de relativismo cultural.
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.
Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
(Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 1º)
Em sociedades mais abastadas, os cidadãos, as pessoas, alcançam satisfação das necessidades básicas e até de algum luxo, o que lhes permite relativizar ou sublimar o deficit de liberdade.
Em tempo de vacas magras, quando as vacas emagrecem na medida em que os pastores engordam... nota-se... e sente-se!
E como o sentem aqueles que ficam sem pasto!
As assimetrias que as nossas sociedades ditas democráticas provocam ou geram ou permitem é absolutamente contrária à idéia de liberdade.
E o ser humano só pode ser feliz em liberdade.
Vislumbro plantada na nossa sociedade, infeliz e prisioneira das elites, uma bomba-relógio.
E de pavio curto.
Algures e nalgum momento vai ouvir-se o grito do Ipiranga!
Não tanto "Independência ou morte" mas sim "LIBERDADE OU MORTE!"
As elites que se cuidem...
Mesmo na democracia mais aparentemente democrátrica - especialmente na democracia mais aparentemente democrática - não há, simplesmente, liberdade!
Há apenas um certa idéia de uma certa liberdade , que não passa, afinal, de mero condicionamento social a uma idéia de exercício de um poder, pelo povo, através de um fenómeno de representatividade política que tudo tem menos de representativo e tudo é menos democrático.
Quão longe da realidade se revela, em cada e em todos os casos, essa idéia de liberdade.
A liberdade ideal pressupõe a perfeição humana, ou seja, uma liberdade para cuja vivência não é necessário responsabilidade.
A dimensão humana, felizmente imperfeita, impõe necessariamente a responsabilidade como factor da liberdade.
A simples constatação da irresponsabilidade individual e colectiva das sociedades modernas conduz-nos, inevitavelmente, à conclusão de completa ausência de liberdade no seio destas sociedades.
Há ou pode haver subsmissão (por medo, por idolatria, cobardia ou interesse mesquinho, por ignorância, por estupidez...), mas não há liberdade.
A liberdade pressupõe, para que o seja, uma consciência de liberdade.
Há ou pode haver rebeldes, mas na medida em que tal rebeldia permaneça balizada e contida nas fronteiras do que é tido como democraticamente admissível, não há liberdade, pois a rebeldia que ocorre no âmbito dos instrumentos do sistema padece necessariamente da mesma falta de liberdade.
Ser livre é agir segundo as suas próprias convicções e disposto, no mesmo passo e medida, a assumir a total responsabilidade por essa acção.
Tudo isto, SEMPRE, no quadro dos valores universais imanentes à condição humana, que é possível identificar sem atavismos de relativismo cultural.
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.
Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
(Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 1º)
Em sociedades mais abastadas, os cidadãos, as pessoas, alcançam satisfação das necessidades básicas e até de algum luxo, o que lhes permite relativizar ou sublimar o deficit de liberdade.
Em tempo de vacas magras, quando as vacas emagrecem na medida em que os pastores engordam... nota-se... e sente-se!
E como o sentem aqueles que ficam sem pasto!
As assimetrias que as nossas sociedades ditas democráticas provocam ou geram ou permitem é absolutamente contrária à idéia de liberdade.
E o ser humano só pode ser feliz em liberdade.
Vislumbro plantada na nossa sociedade, infeliz e prisioneira das elites, uma bomba-relógio.
E de pavio curto.
Algures e nalgum momento vai ouvir-se o grito do Ipiranga!
Não tanto "Independência ou morte" mas sim "LIBERDADE OU MORTE!"
As elites que se cuidem...
segunda-feira, janeiro 16, 2012
ESTOU AQUI A OLHAR PELA MINHA JANELA...
O sol aparece de um lado e desaparece do outro... todos os dias... pois assim se medem os dias... inexoravelmente.
Em termos universais, somos um quase-nada.
Em termos planetários, somos um tudo-nada.
Para o país, somos um número (se pagamos impostos), somos um custo (se recebemos prestações sociais), somos ignorados (quando indigentes), somos beneficiados (se o colarinho for branco).
Verdadeiramente, somos importantes para meia dúzia (ou dúzia e meia) de pessoas, normalmente familiares e, vá lá, um amigo (talvez dois).
Tudo o mais são claras batidas em castelo: Ao fim de algum tempo liquidificam e esvaiem-se por um qualquer esgoto...
A vida, e tudo nela, é periclitante, inexoravelmente periclitante.
E, paradoxalmente, é a perenidade dessa periclitância que nos confere uma dimensão ontológica e espiritual, que nos garante o regresso ao pó.
xavier
Em termos universais, somos um quase-nada.
Em termos planetários, somos um tudo-nada.
Para o país, somos um número (se pagamos impostos), somos um custo (se recebemos prestações sociais), somos ignorados (quando indigentes), somos beneficiados (se o colarinho for branco).
Verdadeiramente, somos importantes para meia dúzia (ou dúzia e meia) de pessoas, normalmente familiares e, vá lá, um amigo (talvez dois).
Tudo o mais são claras batidas em castelo: Ao fim de algum tempo liquidificam e esvaiem-se por um qualquer esgoto...
A vida, e tudo nela, é periclitante, inexoravelmente periclitante.
E, paradoxalmente, é a perenidade dessa periclitância que nos confere uma dimensão ontológica e espiritual, que nos garante o regresso ao pó.
xavier
quarta-feira, janeiro 11, 2012
O DILEMA DE UM TETRALEMA QUE REVELA SER MERO TRILEMA
Ou é da minha vista ou o Passos acabará como o Guterres.
A páginas tantas, perceberá que lhe resta uma de três vias:
Ou abandona o pântano
ou se afoga nas águas inquinadas!
Ou assume que faz parte da lama podre!
Há uma quarta via, mas essa está reservada aos grandes estadistas:
Pulso de ferro!, mas forjado pelos valores humanos mais preciosos.
A páginas tantas, perceberá que lhe resta uma de três vias:
Ou abandona o pântano
ou se afoga nas águas inquinadas!
Ou assume que faz parte da lama podre!
Há uma quarta via, mas essa está reservada aos grandes estadistas:
Pulso de ferro!, mas forjado pelos valores humanos mais preciosos.
domingo, janeiro 01, 2012
ESPERANÇA, a matéria de que são feitos os placebos
Não uso bola de cristal, nem o tarot, e nem as folhas de chá ou búzios me influenciam o pensamento.
Limito-me a obervar e a pensar sobre os factos.
Os últimos, de vulto, que conduziram à roubalheira de que todos nós fomos alvo, foram identificados em tempo real aqui neste blog, na mesma altura em que os ladrões alcançavam maiorias políticas juntos dos estúpidos cidadãos deste país.
Basta ver o arquivo e as respectivas datas para o confirmar.
Nessa linha de actuação, ou seja, de observação e interpretação dos factos, vislumbro o seguinte:
O destino de Portugal não depende tanto da actuação (positiva, entenda-se, já que a negativa apenas afunda...) de todos nós, mas antes vai depender do gigante asiático e, sobretudo, da forma como os países ocidentais lidarem com a situação.
A China está a tornar-se numa potência hegemónica.
E como imporá o seu poder?
Militarmente? Afigura-se que não!
Com o melhor de dois mundos (o comunista, que mantém os cidadãos debaixo de um jugo totalitarista; e o capitalista, que lhe confere o poder do dinheiro e dos mercados), a China vai impôr, não à força mas naturalmente, o seu modelo de produção.
E impor-se-á a todos facilmente com poderio financeiro e de mercado, pois tem as matérias-primas e a população num estadio histórico que há muitas décadas foi ultrapassado já nos países ocidentais.
Se não for eficazmente contrariada, a China vai impôr, naturalmente, um modelo de produção que não tem paralelo em nenhum país ocidental capaz de se lhe equiparar e, para sobreviver na economia global, o resto do mundo vai ter de pautar-se pelo paradigma chinês.
Nesse cenário, o ocidente vai dizer adeus ao estado social, às leis laborais protectoras, ao lazer democratizado.
A necessidade de sobreviver vai impor a cada país a mudança para o paradigma chinês no seu pior, ou seja, uma sociedade composta por dois mundos:
Os da mó de cima, pertencentes aos aparelhos do poder e aos interesses económicos que os suportam;
Os da mó de baixo, a grande maioria, regressados a mundo de trabalho equiparado a trabalho escravo (maior quantidade de trabalho e menor remuneração), mas agora despido do desvalor do respectivo estigma moral.
Pelo contrário, vai começar a fluir no discurso político e no discurso ético dos fazedores de opinião do regime, uma moral e uma ética do trabalho que justificará aos olhos de todos (e dos próprios da mó de baixo até!) a nova forma de escravatura.
Não será de sopetão, mas antes paulatinamente, de inevitabilidade em inevitabilidade.
E repare-se como esse modelo se ajusta tão bem Às elites ocidentais, sedentas de dinheiro, de poder e de escravos.
A solução?
Para já, não faço a mínima idéia.
Do ponto de vista individual parece-me simples: Voltar ao básico, ao essencial.
Quem puder, adquira ou regresse à sua pequena courela, plante umas couves e semeie umas nabiças.
Dará menos trabalho do que ser pauperrimamente remunerado por trabalho excessivo, com vista a comprar umas couves ou umas nabiças.
E será sempre mais digno.
Limito-me a obervar e a pensar sobre os factos.
Os últimos, de vulto, que conduziram à roubalheira de que todos nós fomos alvo, foram identificados em tempo real aqui neste blog, na mesma altura em que os ladrões alcançavam maiorias políticas juntos dos estúpidos cidadãos deste país.
Basta ver o arquivo e as respectivas datas para o confirmar.
Nessa linha de actuação, ou seja, de observação e interpretação dos factos, vislumbro o seguinte:
O destino de Portugal não depende tanto da actuação (positiva, entenda-se, já que a negativa apenas afunda...) de todos nós, mas antes vai depender do gigante asiático e, sobretudo, da forma como os países ocidentais lidarem com a situação.
A China está a tornar-se numa potência hegemónica.
E como imporá o seu poder?
Militarmente? Afigura-se que não!
Com o melhor de dois mundos (o comunista, que mantém os cidadãos debaixo de um jugo totalitarista; e o capitalista, que lhe confere o poder do dinheiro e dos mercados), a China vai impôr, não à força mas naturalmente, o seu modelo de produção.
E impor-se-á a todos facilmente com poderio financeiro e de mercado, pois tem as matérias-primas e a população num estadio histórico que há muitas décadas foi ultrapassado já nos países ocidentais.
Se não for eficazmente contrariada, a China vai impôr, naturalmente, um modelo de produção que não tem paralelo em nenhum país ocidental capaz de se lhe equiparar e, para sobreviver na economia global, o resto do mundo vai ter de pautar-se pelo paradigma chinês.
Nesse cenário, o ocidente vai dizer adeus ao estado social, às leis laborais protectoras, ao lazer democratizado.
A necessidade de sobreviver vai impor a cada país a mudança para o paradigma chinês no seu pior, ou seja, uma sociedade composta por dois mundos:
Os da mó de cima, pertencentes aos aparelhos do poder e aos interesses económicos que os suportam;
Os da mó de baixo, a grande maioria, regressados a mundo de trabalho equiparado a trabalho escravo (maior quantidade de trabalho e menor remuneração), mas agora despido do desvalor do respectivo estigma moral.
Pelo contrário, vai começar a fluir no discurso político e no discurso ético dos fazedores de opinião do regime, uma moral e uma ética do trabalho que justificará aos olhos de todos (e dos próprios da mó de baixo até!) a nova forma de escravatura.
Não será de sopetão, mas antes paulatinamente, de inevitabilidade em inevitabilidade.
E repare-se como esse modelo se ajusta tão bem Às elites ocidentais, sedentas de dinheiro, de poder e de escravos.
A solução?
Para já, não faço a mínima idéia.
Do ponto de vista individual parece-me simples: Voltar ao básico, ao essencial.
Quem puder, adquira ou regresse à sua pequena courela, plante umas couves e semeie umas nabiças.
Dará menos trabalho do que ser pauperrimamente remunerado por trabalho excessivo, com vista a comprar umas couves ou umas nabiças.
E será sempre mais digno.
quinta-feira, dezembro 22, 2011
VAI UMA FATIA DE ESPERANÇA?
Escrevo aqui, a partir de um computador que é meu, de uma linha de banda larga que pago pontualmente.
O carro está lá fora e ainda vou atestando o depósito com gasolina.
Na ceia de Natal, para além da fatia de esperança, teremos (em família, claro) o bacalhau e o resto e mais os doces e mais as prendas (as possíveis, mas ainda prendas).
Enfim, uma vida de rico, nos tempos que correm...
Mas não posso esquecer-me de outros.
De todos os outros que, sem outro pecado que não tivesse sido acreditar no grupo de bandalhos que tem vindo a governar este país, vão ter uma ceia de Natal apenas aquecida com uma fatia de esperança ou.... nem isso.
Eu pergunto-me se a gentalha que conduziu o país à ruina tem a noção do mal que lançou sobre os portugueses, sobre as concretas pessoas.
No Natal assinala-se ou comemora-se o nascimento de Cristo.
Há quem acredite ser Ele o filho de Deus.
Mas também há quem acredite que todos nós somos filhos de Deus.
O que nos diferencia?
Parece que ele é mais filho de Deus do que nós outros.
Nunca o saberemos!, por uma simples razão: Não é necessário saber! É matéria de fé.
Do que eu tenho a certeza, porque os factos o demonstram, é de que há uns quantos bandalhos que não são filhos de Deus.
São verdadeiramente uns filhos-da-puta!
Esses não servem à mesa de Natal fatias de esperança.
Esses vão-se servindo ao longo do ano e dos anos.
Vão-se servindo de tudo quanto podem.
Vão-se servindo do Zé Povinho estupificado e demasiado sereno.
Este é um povo crucificado no altar da pulhice, da ganância, da falta de escrúpulos desses deusinhos menores.
Portugal chegou a um ponto em que já não é possível dizer que o Natal é quando um homem quiser.
Verdadeiramente, Portugal é uma Páscoa permanente, transformado que foi no gólgota onde todos e cada um de nós outros, uns mais outros menos e outros completamente, estamos a ser crucificados.
E os algozes andam por aí... contentinhos da silva...
Pudera!!!
Impunes, resta-lhes esperar que ressuscitemos ao terceiro dia, ou ao terceiro ano, ou ao terceiro lustro ou ao terceiro decénio...
Entretanto, as parcerias público-privadas vão-lhes enchendo os bolsos por mais 37 anos, bem como as contas recheadas em paraísos fiscais e todas as demais negociatas de que não se sabe ou não se quer saber quem beneficiou mas sabe-se quem está e quem vai continuar a pagar as respectivas facturas...
O carro está lá fora e ainda vou atestando o depósito com gasolina.
Na ceia de Natal, para além da fatia de esperança, teremos (em família, claro) o bacalhau e o resto e mais os doces e mais as prendas (as possíveis, mas ainda prendas).
Enfim, uma vida de rico, nos tempos que correm...
Mas não posso esquecer-me de outros.
De todos os outros que, sem outro pecado que não tivesse sido acreditar no grupo de bandalhos que tem vindo a governar este país, vão ter uma ceia de Natal apenas aquecida com uma fatia de esperança ou.... nem isso.
Eu pergunto-me se a gentalha que conduziu o país à ruina tem a noção do mal que lançou sobre os portugueses, sobre as concretas pessoas.
No Natal assinala-se ou comemora-se o nascimento de Cristo.
Há quem acredite ser Ele o filho de Deus.
Mas também há quem acredite que todos nós somos filhos de Deus.
O que nos diferencia?
Parece que ele é mais filho de Deus do que nós outros.
Nunca o saberemos!, por uma simples razão: Não é necessário saber! É matéria de fé.
Do que eu tenho a certeza, porque os factos o demonstram, é de que há uns quantos bandalhos que não são filhos de Deus.
São verdadeiramente uns filhos-da-puta!
Esses não servem à mesa de Natal fatias de esperança.
Esses vão-se servindo ao longo do ano e dos anos.
Vão-se servindo de tudo quanto podem.
Vão-se servindo do Zé Povinho estupificado e demasiado sereno.
Este é um povo crucificado no altar da pulhice, da ganância, da falta de escrúpulos desses deusinhos menores.
Portugal chegou a um ponto em que já não é possível dizer que o Natal é quando um homem quiser.
Verdadeiramente, Portugal é uma Páscoa permanente, transformado que foi no gólgota onde todos e cada um de nós outros, uns mais outros menos e outros completamente, estamos a ser crucificados.
E os algozes andam por aí... contentinhos da silva...
Pudera!!!
Impunes, resta-lhes esperar que ressuscitemos ao terceiro dia, ou ao terceiro ano, ou ao terceiro lustro ou ao terceiro decénio...
Entretanto, as parcerias público-privadas vão-lhes enchendo os bolsos por mais 37 anos, bem como as contas recheadas em paraísos fiscais e todas as demais negociatas de que não se sabe ou não se quer saber quem beneficiou mas sabe-se quem está e quem vai continuar a pagar as respectivas facturas...
sexta-feira, novembro 25, 2011
HOMO HOMINI LUPUS?
Mais uma vez manifesto a minha fortíssima convicção de que Portugal é tão capaz e produtivo como qualquer outro país do seu campeonato.
Onde está, então, o problema?
É que, por mais que produzam, os Portugueses não consequem alimentar tanto ladrão! tanta corrupção! tanta actividade substerrânea e subtrativa da riqueza produzida.
E mais uma vez digo também: Longe vão os tempos em que a corrupção se traduzia numa entrega de um qualquer benefício a troco de entrega directa de dinheiro.
Em Portugal, especialmente nos últimos anos, as formas de corrupção refinaram-se.
Em crescendo, desde o 25 de Abril de 1974, à vez entre PS e PSD e PP, e atingindo o seu auge (até ver) com os governos do escroque do sócrates, os instrumentos da corrupção passaram a ser o decreto-lei, as portarias, os despachos normativos e de um modo geral, a decisão política, em regra, adoptada até em contexto institucional e formalmente legítimo!
Basta ver as leis muito bem malfeitas que por aí andam, especialmente no âmbito do urbanismo, do ambiente, da contratação pública...
É todo um país que se deixou enredar nesta teia asfixiante, que acabou por matar ou quase matar a galinha dos ovos de ouro.
E agora, várias gerações de pessoas, que vivem apenas do seu trabalho, ou que nem sequer têm trabalho, vivem amarguradamente, passam fome e com outras necessidades básicas que não conseguem satisfazer, com a vida estupidamente diminuída pela actividade de uma escumalha, da cambada de bandidos que enxameia os corredores do poder e dos seus satélites de interesses substerrâneos.
Qua adianta uma grevezita? Que adianta mais subsídio ou menos subsídio?
Que adianta tomar uma aspirina se o virus só morre com antibiótico?
O problema é de fundo, é gravíssimo e requer solução drástica e de efeitos permanentes.
Será o voto a única arma capaz de introduzir moralidade no sistema e conduzir a vida pública a uma plataforma axiologiacamente aceitável?
Certamente que não!
Não passaria pela cabeça de ninguém que, para cuidar do rebanho, se tivesse de escolher um lobo de entre a alcateia de lobos de dentuça aguçada...
Onde está, então, o problema?
É que, por mais que produzam, os Portugueses não consequem alimentar tanto ladrão! tanta corrupção! tanta actividade substerrânea e subtrativa da riqueza produzida.
E mais uma vez digo também: Longe vão os tempos em que a corrupção se traduzia numa entrega de um qualquer benefício a troco de entrega directa de dinheiro.
Em Portugal, especialmente nos últimos anos, as formas de corrupção refinaram-se.
Em crescendo, desde o 25 de Abril de 1974, à vez entre PS e PSD e PP, e atingindo o seu auge (até ver) com os governos do escroque do sócrates, os instrumentos da corrupção passaram a ser o decreto-lei, as portarias, os despachos normativos e de um modo geral, a decisão política, em regra, adoptada até em contexto institucional e formalmente legítimo!
Basta ver as leis muito bem malfeitas que por aí andam, especialmente no âmbito do urbanismo, do ambiente, da contratação pública...
É todo um país que se deixou enredar nesta teia asfixiante, que acabou por matar ou quase matar a galinha dos ovos de ouro.
E agora, várias gerações de pessoas, que vivem apenas do seu trabalho, ou que nem sequer têm trabalho, vivem amarguradamente, passam fome e com outras necessidades básicas que não conseguem satisfazer, com a vida estupidamente diminuída pela actividade de uma escumalha, da cambada de bandidos que enxameia os corredores do poder e dos seus satélites de interesses substerrâneos.
Qua adianta uma grevezita? Que adianta mais subsídio ou menos subsídio?
Que adianta tomar uma aspirina se o virus só morre com antibiótico?
O problema é de fundo, é gravíssimo e requer solução drástica e de efeitos permanentes.
Será o voto a única arma capaz de introduzir moralidade no sistema e conduzir a vida pública a uma plataforma axiologiacamente aceitável?
Certamente que não!
Não passaria pela cabeça de ninguém que, para cuidar do rebanho, se tivesse de escolher um lobo de entre a alcateia de lobos de dentuça aguçada...
sábado, novembro 05, 2011
FINALMENTE!!!
Parece que, finalmente!, temos oposição.
Tímida e de tíbio pendor, mas concretizada.
Espera-se que, também, seja realista, pois aí residirá a força da sua razão.
Exige-se a efectiva concretização da anunciada abertura governamental à ponderação das propostas alternativas e, sem tibiezas e outras mediocridades, se adoptem todas aquelas que melhores resultados permitam alcançar para o país e com o menor sacrifício possível para os cidadãos que pagam impostos, especialmente para aqueles que menos têm e que mais sofrem.
É tempo de todos contribuirem para encontrar as melhores soluções.
Tímida e de tíbio pendor, mas concretizada.
Espera-se que, também, seja realista, pois aí residirá a força da sua razão.
Exige-se a efectiva concretização da anunciada abertura governamental à ponderação das propostas alternativas e, sem tibiezas e outras mediocridades, se adoptem todas aquelas que melhores resultados permitam alcançar para o país e com o menor sacrifício possível para os cidadãos que pagam impostos, especialmente para aqueles que menos têm e que mais sofrem.
É tempo de todos contribuirem para encontrar as melhores soluções.
quinta-feira, novembro 03, 2011
CHEIRA-ME A ENXOFRE...
O Governo emite decisões sem verdadeira e necessária oposição construtiva.
O maior partido da oposição está paralizado por várias razões; neste momento, porque está dividido entre uma operação de branqueamento da verdade histórica da herança catastrófica que deixou aos portugueses e a vontade de se demarcar dessa mesma realidade.
Os restantes partidos da oposição continuam, e aprofundam, a viagem pela sua (deles) idade das trevas...
Os sindicalistas, viajando na sua própria (deles) idade das trevas, debitam o mesmo, eterno, empedernido, "cacarejar de uma nota só".
E o povo, senhores? O povo!!???
Curiosamente... o povo está sereno.
será apatia?
será apenas a aceitação acrítica de uma considerada inevitabilidade?
será uma autêntica consciência colectiva do problema e da eventual inevitabilidade de medidas estruturais profundas?
ou será o silêncio que precede as grandes tormentas?
Pela parte que me toca eu continuo a achar... apenas o que foi perdido...
O maior partido da oposição está paralizado por várias razões; neste momento, porque está dividido entre uma operação de branqueamento da verdade histórica da herança catastrófica que deixou aos portugueses e a vontade de se demarcar dessa mesma realidade.
Os restantes partidos da oposição continuam, e aprofundam, a viagem pela sua (deles) idade das trevas...
Os sindicalistas, viajando na sua própria (deles) idade das trevas, debitam o mesmo, eterno, empedernido, "cacarejar de uma nota só".
E o povo, senhores? O povo!!???
Curiosamente... o povo está sereno.
será apatia?
será apenas a aceitação acrítica de uma considerada inevitabilidade?
será uma autêntica consciência colectiva do problema e da eventual inevitabilidade de medidas estruturais profundas?
ou será o silêncio que precede as grandes tormentas?
Pela parte que me toca eu continuo a achar... apenas o que foi perdido...
O MIA COUTO TEM RAZÃO:
A maior desgraça de uma nação pobre
é que em vez de produzir riqueza,
produz ricos.
E eu talvez tenha razão quando digo:
Grande é a desgraça de uma nação pobre
quando:
em vez de cidadãos, produz chicos-espertos;
em vez de trabalhadores qualificados, produz recolectores de empregos;
em vez de incentivar a livre iniciativa, produz subsídio-dependentes;
em vez de pessoas livres, produz carneiros, ié, acríticos e acéfalos;
em vez exigir responsabilidade, elege ladrões e corruptos, com aplauso, pompa e circunstância!
é que em vez de produzir riqueza,
produz ricos.
E eu talvez tenha razão quando digo:
Grande é a desgraça de uma nação pobre
quando:
em vez de cidadãos, produz chicos-espertos;
em vez de trabalhadores qualificados, produz recolectores de empregos;
em vez de incentivar a livre iniciativa, produz subsídio-dependentes;
em vez de pessoas livres, produz carneiros, ié, acríticos e acéfalos;
em vez exigir responsabilidade, elege ladrões e corruptos, com aplauso, pompa e circunstância!
sábado, outubro 29, 2011
O SER MESQUINHO
Nem sei por onde hei-de começar, tão vasta se me afigura a tarefa de escrever umas linhas sobre a menoridade intelectual de boa parte do povinho, incluindo o povinho que povoa os órgãos e centros de decisão do país e é a estes que aqui me refiro a título principal.
E, sim, "povinho" é aqui usado com sentido pejorativo.
O ser mesquinho, intelectualmente mesquinho, entenda-se!, opõe-se ao ser cuja racionalidade e inteligência, axiologicamente orientadas para o bem comum, se apresenta, na sua práxis, franco, vertical, altruísta.
O ser mesquinho não resolve problemas: Não sabe! Ou, sabendo, não quer, a menos que capitalize algo!
O ser mesquinho é um chico-esperto!
Tem a sagacidade de uma ratazana e fica alarvemente contente consigo mesmo quando:
- quando "ganha o debate" (sempre ou quase mais importante do que comunicar francamente e esclarecer com verdade);
- quando alinhava uma tirada bombástica embora vazia de conteúdo (é vê-los no Parlamento...);
- quando encontra algum argumento, por mais falacioso, apenas para se opôr, não construtivamente mas apenas como forma de afirmação de um contrário que a mais das vezes nem sabe definir ou dar-lhe conteúdo, mas que parece que diz algo, ai isso parece!;
- quando opõe uma afirmada diferença que não é diferente nem responde ao problema real mas apenas serve ao seu próprio brilho chico-esperteiro.
O ser mesquinho é incapaz de equacionar estruturalmente e institucionalmente os problemas a resolver ( o seu umbigo impede-o).
O ser mesquinho tem horizontes muito curtos, a mais da vezes o seu próprio umbigo e barriguinha.
O ser mesquinho é incapaz de um gesto altruísta, embora o possa arremedar quando sabe que com isso capitaliza algo.
O ser mesquinho é incapaz de dar a mão à palmatória (falta-lhe grandeza de espírito).
O ser mesquinho dá o dito por não dito e mente com facilidade e com desfaçatez.
O ser mesquinho não acredita em nada, não subscreve nenhum princípio ou valor, o que não admira, pois é desprovido de consciência (mantém em aberto todas as opções, por mais escabrosas que sejam).
O que fazer com gentinha desta?
O problema é de ordem cultural.
São tantos os seres mesquinhos neste dito rectângulo à beira-mar plantado que se pode concluir pela menoridade deste povinho.
A grande revolução capaz de operar a mudança não é a das armas ou a dos cravos.
É necessário, isso sim e urgentemente, uma revolução cultural e das mentalidades.
O problema é que cultura e mentalidade (de evolução lenta) não rima com revolução.
O que eu acho é... apenas o que foi perdido.
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