Cher madame
Je vus ecri en françois técnique pour demander de me trouver une place pour aprendre filosofie à Paris. J`ai decidé de vous contacter pour obtenir um petit avantage comme on fais en bons socialistes, meme si vous etes royale et moi republican (ah ah ah).
Je vais etre um grande tromphe pour votre academie, car je m`apele Socrates et je serais une grande inspiration pour professeurs et eleves même si je suis en plein moyen age et je n`ai toujours pas bu la cicute (ah ah ah).
Vous pourrez peut-etre demander au recteur de me arranger un curriculum moins chargé. Je ne necessite pas de aprendre Filosofie Antigue, a cause de mon nom. Je ne necessite aussi de aprendre Filosofie du Conheciment, car je connais tout le monde. Je ne necessite non plus de aprendre Cience politique, car jai eté premier ministre du Portugal et jai toute la cience politique quil faut. Et je ne necessite aussi de savoir Etique car personne connait mieux la Etique que ce que la fuit tous les jours. Et comme la Logique est une batate (ah ah ah), je ne necessite de l`etudier aussi. Donc je crois pouvoir faire la licenciature en un an, ce que sera bien plus que le temps de me faire ingenieur.
Comme vous aurez des elections en bréve je pourrais aussi vous aider, car je sai tout de machines et propagande, et vous non. Je le ferais bien plus entusiastement si vous me trouvez un apartement au XVI que je ne sais pas ce que c`est exactement, mais Maria me dit que ça irai bien avec moi.
Je vous abrace cordialement
José
publicado por José Mendonça da Cruz e recebido por e-mail de fonte bem informada
sexta-feira, junho 24, 2011
quarta-feira, junho 22, 2011
DETONADOR II
Eduardo Galeano é autor de mais de quarenta livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas.
As suas obras combinam ficção, jornalismo, análise política e História.
Profere em directo na praça Catalunya / Espanha, sábias palavras sobre a vida contemporânea, ao redor do que se passa no Mundo de hoje.
Uma verdadeira e simples lição de quem sabe e conhece as causas.
Se o rastilho pega, algures vai ocorrer uma explosão...
AQUI: http://youtu.be/rKc-lal1HJM
As suas obras combinam ficção, jornalismo, análise política e História.
Profere em directo na praça Catalunya / Espanha, sábias palavras sobre a vida contemporânea, ao redor do que se passa no Mundo de hoje.
Uma verdadeira e simples lição de quem sabe e conhece as causas.
Se o rastilho pega, algures vai ocorrer uma explosão...
AQUI: http://youtu.be/rKc-lal1HJM
quarta-feira, junho 15, 2011
quinta-feira, junho 09, 2011
MAR ABERTO
Olá AC.
Em vez de responder na caixa de comentários ao post anterior, resolvi responder com um post.
Esta conversa, iniciada na caixa de comentários, leva-nos a uma plataforma mais profunda e séria.
Não sei se a quero abordar aqui e desta forma, mas... respigo, pelo menos, algumas ideias.
Para quem tem lido as baboseiras que tenho vindo aqui a escrever desde há 2 ou 3 anos a esta parte, sabe que é minha opinião que o actual sistema político-partidário e também o seu modo de financiamento é o verdadeiro alfobre da corrupção em Portugal (apenas o alfobre, já que as sementes são outras - natureza humana + ausência de valores, entre outras - e não vão ser aqui abordadas).
Entendo que nenhum dos partidos políticos portugueses no actual enquadramento político-partidário é capaz de responder aos desafios deste velho e envelhecido país.
Não, sem que, outro tanto, se mudem (como?) as mentalidades, pelo menos.
Vejamos.
O PCP vive historicamente noutra galáxia, nem valendo a pena tentar a "reabilitação". Restam as pessoas, dirigentes e militantes, pela fidelidade canina às ideias ou ideologia (que eu rejeito) e aos valores (que eu abraço), pois sempre se me afiguram pessoas mais honestas que as demais integrantes de outros partidos políticos.
O Bloco de Esquerda é, como dizia a Maria José Nogueira Pinto e agora se provou, "uma espuma...".
O PS é, no poder ou na oposição, o que mais boys mantém, a todo o tempo, na Administração pública, com grande vantagem de ser interligado por um forte plasma chamado maçonaria.
Ideologicamente não se sabe o que é, pois será o que a cabeça dos seus dirigentes for.
Do meu ponto de vista é um poço de corrupção de alto nível, muito para além da anquilosada forma de corrupção do “toma lá dinheiro e dá-me cá o respectivo favor” mais própria da corrupção de baixo nível do tipo "sucatas".
O PSD, a uma escala menor, padece dos mesmos problemas, embora a sua definição ideológica seja mais nítida.
O CDS-PP, que poderia parecer um partido de uma direita “direita” também já não sabe o que é ideologicamente, abraçando, para sobreviver, causas, discursos e temas que por vezes são tipicamente de partidos de esquerda.
Tão corruptos como quaisquer outros, mas longe dos meios ao alcance de um PS ou de um PSD, aproveitam a qualidade de franja para alcançar o poder à boleia do PSD, em regra.
Afinal, onde está a diferença?
Nas pessoas!
Simplesmente nas pessoas, nas suas qualidades pessoais, nas suas capacidades de liderança, na capacidade e na vontade de impor valores às suas hostes, à governação, e servir de exemplo ao país.
Problema: Quando aparece um “papalvo” destes (passe o sarcasmo) é simplesmente cilindrado, mastigado e cuspido pelo sistema, pela mentalidade chico-esperteira que integra cada um dos cidadãos portugueses e que nos partidos políticos tem expressão máxima, pelas oportunidades que as condições político-partidárias favorecem.
Exemplo: Passos Coelho ensaiou, aqui e ali, um discurso de alguma verdade, chamando os bois pelos nomes, comedindo-se um pouco, pontualmente, na demagogia.
A sensação era a de que estava a ser parvo e pouco sagaz politicamente.
Nós não estamos habituados à verdade e aos valores éticos, cívicos.
Axiologicamente estamos numa espécie de pré-história da vivência da liberdade responsável numa sociedade que afinal é, cada vez mais, interdependente, quer relativamente aos Estados, quer às empresas quer, e sobretudo, aos indivíduos, às pessoas elas próprias.
Na verdade, pese embora a actual tendência para uma espécie de isolamento pessoal que as novas vivências sociais virtuais preconizam, afigura-se que estamos, mais do que nunca, socialmente todos mais dependentes uns dos outros.
Nem que seja para distribuir uma sopa quente aos sem-abrigo, aos deserdados da vida, aos confiscados pelo Estado, aos abatidos pelo sistema canibalista em que nos vamos transformando.
É o descrédito total?
Esta cambada politiqueira que enxameia os partidos políticos “são todos iguais”?
Serão.
Mas eu quero acreditar que alguém, algures, fará a diferença, pelas suas qualidades pessoais, e imporá uma nova ordem, um novo estilo, uma nova forma de governação mais vertical, mais honesta, mais transparente, mais verdadeira.
Matéria de fé, como se vê.
Mas, como diz o outro: A fé é que nos salva!
E digo eu: A esperança é que nos alimenta!
Espero, sinceramente, não morrer de fome…
Em vez de responder na caixa de comentários ao post anterior, resolvi responder com um post.
Esta conversa, iniciada na caixa de comentários, leva-nos a uma plataforma mais profunda e séria.
Não sei se a quero abordar aqui e desta forma, mas... respigo, pelo menos, algumas ideias.
Para quem tem lido as baboseiras que tenho vindo aqui a escrever desde há 2 ou 3 anos a esta parte, sabe que é minha opinião que o actual sistema político-partidário e também o seu modo de financiamento é o verdadeiro alfobre da corrupção em Portugal (apenas o alfobre, já que as sementes são outras - natureza humana + ausência de valores, entre outras - e não vão ser aqui abordadas).
Entendo que nenhum dos partidos políticos portugueses no actual enquadramento político-partidário é capaz de responder aos desafios deste velho e envelhecido país.
Não, sem que, outro tanto, se mudem (como?) as mentalidades, pelo menos.
Vejamos.
O PCP vive historicamente noutra galáxia, nem valendo a pena tentar a "reabilitação". Restam as pessoas, dirigentes e militantes, pela fidelidade canina às ideias ou ideologia (que eu rejeito) e aos valores (que eu abraço), pois sempre se me afiguram pessoas mais honestas que as demais integrantes de outros partidos políticos.
O Bloco de Esquerda é, como dizia a Maria José Nogueira Pinto e agora se provou, "uma espuma...".
O PS é, no poder ou na oposição, o que mais boys mantém, a todo o tempo, na Administração pública, com grande vantagem de ser interligado por um forte plasma chamado maçonaria.
Ideologicamente não se sabe o que é, pois será o que a cabeça dos seus dirigentes for.
Do meu ponto de vista é um poço de corrupção de alto nível, muito para além da anquilosada forma de corrupção do “toma lá dinheiro e dá-me cá o respectivo favor” mais própria da corrupção de baixo nível do tipo "sucatas".
O PSD, a uma escala menor, padece dos mesmos problemas, embora a sua definição ideológica seja mais nítida.
O CDS-PP, que poderia parecer um partido de uma direita “direita” também já não sabe o que é ideologicamente, abraçando, para sobreviver, causas, discursos e temas que por vezes são tipicamente de partidos de esquerda.
Tão corruptos como quaisquer outros, mas longe dos meios ao alcance de um PS ou de um PSD, aproveitam a qualidade de franja para alcançar o poder à boleia do PSD, em regra.
Afinal, onde está a diferença?
Nas pessoas!
Simplesmente nas pessoas, nas suas qualidades pessoais, nas suas capacidades de liderança, na capacidade e na vontade de impor valores às suas hostes, à governação, e servir de exemplo ao país.
Problema: Quando aparece um “papalvo” destes (passe o sarcasmo) é simplesmente cilindrado, mastigado e cuspido pelo sistema, pela mentalidade chico-esperteira que integra cada um dos cidadãos portugueses e que nos partidos políticos tem expressão máxima, pelas oportunidades que as condições político-partidárias favorecem.
Exemplo: Passos Coelho ensaiou, aqui e ali, um discurso de alguma verdade, chamando os bois pelos nomes, comedindo-se um pouco, pontualmente, na demagogia.
A sensação era a de que estava a ser parvo e pouco sagaz politicamente.
Nós não estamos habituados à verdade e aos valores éticos, cívicos.
Axiologicamente estamos numa espécie de pré-história da vivência da liberdade responsável numa sociedade que afinal é, cada vez mais, interdependente, quer relativamente aos Estados, quer às empresas quer, e sobretudo, aos indivíduos, às pessoas elas próprias.
Na verdade, pese embora a actual tendência para uma espécie de isolamento pessoal que as novas vivências sociais virtuais preconizam, afigura-se que estamos, mais do que nunca, socialmente todos mais dependentes uns dos outros.
Nem que seja para distribuir uma sopa quente aos sem-abrigo, aos deserdados da vida, aos confiscados pelo Estado, aos abatidos pelo sistema canibalista em que nos vamos transformando.
É o descrédito total?
Esta cambada politiqueira que enxameia os partidos políticos “são todos iguais”?
Serão.
Mas eu quero acreditar que alguém, algures, fará a diferença, pelas suas qualidades pessoais, e imporá uma nova ordem, um novo estilo, uma nova forma de governação mais vertical, mais honesta, mais transparente, mais verdadeira.
Matéria de fé, como se vê.
Mas, como diz o outro: A fé é que nos salva!
E digo eu: A esperança é que nos alimenta!
Espero, sinceramente, não morrer de fome…
domingo, junho 05, 2011
segunda-feira, maio 09, 2011
14 ABRIL 2011
OS VERDADEIROS FACTOS DA CAMPANHA
Nos últimos dias, a "campanha" eleitoral tem sido constituída por um rol de "factos" que só servem para distrair os(as) portugueses(as) daquilo que realmente é essencial. E o que é essencial são os factos.
E os factos são indesmentíveis.
Não há argumentos que resistam aos arrasadores factos que este governos nos lega.
E para quem não sabe, e como demonstro no meu novo livro, os factos que realmente interessam são os seguintes:
1) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos
2) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB
3) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional)
4) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelos nossos governantes para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.) enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.
5) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
6) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses
7) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos.
8) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações
9) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis
10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 230% do PIB
11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB
12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível
13) As dívidas das empresas são equivalentes a 150% do PIB
14) Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado
15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos
16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE
17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos
18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB
19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 630 mil. Portugal é ainda um dos países que mais gasta com os tribunais por habitante na Europa
20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE (só melhor do que o México e a Turquia)
21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares.
Há 349 Institutos Públicos,
87 Direcções Regionais,
68 Direcções-Gerais,
25 Estruturas de Missões,
100 Estruturas Atípicas,
10 Entidades Administrativas Independentes,
2 Forças de Segurança,
8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas,
3 Entidades Empresariais regionais,
6 Gabinetes,
1 Gabinete do Primeiro Ministro,
16 Gabinetes de Ministros,
38 Gabinetes de Secretários de Estado,
15 Gabinetes dos Secretários Regionais,
2 Gabinetes do Presidente Regional,
2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais,
18 Governos Civis,
2 Áreas Metropolitanas,
9 Inspecções Regionais,
16 Inspecções-Gerais,
31 Órgãos Consultivos,
350 Órgãos Independentes (tribunais e afins),
17 Secretarias-Gerais,
17 Serviços de Apoio,
2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda
308 Câmaras Municipais,
4260 Juntas de Freguesias.
Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Inter-Municipais.
23) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista, embora já se cortaram salários, já se subiram impostos, já se reduziram pensões e já se impuseram vários pacotes de austeridade aos portugueses.
O Estado tem ficado imune à austeridade.
Isto não é política. São factos.
Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação.
Ora, se tomarmos em linha de conta estes factos, interessa perguntar:
Como é que foi possível chegar a esta situação?
O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de "bom aluno" da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar?
O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país?
Quem conduziu o país quase à insolvência?
Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país?
Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa?
Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz?
Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos?
As respostas a questas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser.
Só não vê quem não quer mesmo ver.
A verdade é que estes factos são obviamente arrasadores e indesmentíveis.
Factos irrefutáveis.
Factos que, por isso, deviam ser repetidos até à exaustão até que todos nós nos consciencializássemos da gravidade da situação actual.
Estes é que deviam ser os verdadeiros factos da campanha eleitoral.
As distracções dos últimos dias só servem para desviar as atenções daquilo que é realmente importante.
Álvaro Santos Pereira
“Álvaro Santos Pereira é docente da Simon Fraser University (Vancouver, Canadá), onde lecciona as disciplinas de Desenvolvimento Económico e Política Económica. É professor na University of British Columbia, onde ensina Macroeconomia. Já leccionou nos departamentos de Economia da Universidade de York (2005-2007) e da Universidade da British Columbia (2000-2004). Doutorou-se em Economia em 2003 na Simon Fraser University. Licenciou-se pela Universidade de Coimbra. É colunista do jornal PÚBLICO. Desde 2001, colabora no Diário de Notícias e no Diário Económico, e tem escrito para a revista EXAME, o Expresso e o Jornal de Notícias Nasceu em Viseu em 1972. É autor do blogue Desmitos (desmitos.blogspot.com)”
O responsável é esta porcaria, este burgesso:
sexta-feira, maio 06, 2011
O ESTADO DA BOVINIDADE
Ultimamente, sempre que ouço o nojento do inginheiro da treta a falar, com aqueles modos delicodoces e discurso de menino de coro acabado de ajudar a velhinha a atravessar a rua, fico (para além de enjoado e enojado) boquiaberto!
E só me vem à cabeça uma velha quadra de non sense:
Lá vai rua abaixo
O limão pela Rua acima
Ou a rua é redonda
Ou o limão a descer!
Verdadeiramente, o que é preciso descer é um malho ou uma cachaporra de marmeleiro pelos cornos abaixo do inginheiro! (olha, desta vez rimei!!!)
A verdade, porém é bem outra: Os bovinos portugueses e os portugueses bovinos colocam o monte-de-esterco à frente, nas sondagens!
Vá lá um gajo perceber isto!!!
E só me vem à cabeça uma velha quadra de non sense:
Lá vai rua abaixo
O limão pela Rua acima
Ou a rua é redonda
Ou o limão a descer!
Verdadeiramente, o que é preciso descer é um malho ou uma cachaporra de marmeleiro pelos cornos abaixo do inginheiro! (olha, desta vez rimei!!!)
A verdade, porém é bem outra: Os bovinos portugueses e os portugueses bovinos colocam o monte-de-esterco à frente, nas sondagens!
Vá lá um gajo perceber isto!!!
quinta-feira, abril 21, 2011
PROFISSIONALISMO
"Bom", dirão os meus caros amigos, nem tudo é mau no Ministério da Agricultura (ih ih ih) do Desenvolvimento Rural (esta do «desenvolvimento» mata-me! ah ah ah) e das Pescas (ui! ih ih ih).
E é verdade, há até verdadeiras profissionais!
Ou, pelo menos, apresentam-se como tal...
Ora vejam a foto: Gabriela Ventura - dirigente do Ministério da Agricultura, gestora do PRODER, numa sessão pública de esclarecimento.
Estamos esclarecidos...
E é verdade, há até verdadeiras profissionais!
Ou, pelo menos, apresentam-se como tal...
Ora vejam a foto: Gabriela Ventura - dirigente do Ministério da Agricultura, gestora do PRODER, numa sessão pública de esclarecimento.
Estamos esclarecidos...
Os senhores agricultores que estão do lado de cá da imagem não são chineses nem vietnamitas.
São apenas portuguesinhos com os olhos em bico!
terça-feira, abril 19, 2011
ANEDOTA
Neste país, transformado num lodaçal onde grande parte dos seus habitantes se afoga em agonia lenta e mórbida perante a indiferença duma classe política que deveria estar, neste preciso momento, a ser julgada por gestão criminosa do país, mas que, contente e alegre anda em campanha eleitoral porque já percebeu que ninguém os vai afrontar e que os portugueses são mansos - são MANSOS!!! - ainda há anedotas que valem a pena ser contadas.
Vejamos esta:
Ao que parece, temos um Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas.
É tudo!
Riam-se, se conseguirem rir neste mar de tristeza e de tristezas.
Ah não tem graça?!
Não?!
....hummmmmmmm
Têm razão!
Que graça tem isto? e vou especificar:
Que graça tem haver um ministério, um MINISTÉRIO INTEIRO! (ou seja, muitos milhões de euros),
"da Agricultura"!!!
DA AGRICULTURA!!!!
MAS QUAL AGRICULTURA???????
Ah ah ah ah ah ah ah ah é de ir às lágrimas!!! se eu não tivesse antes vontadde de chorar...
"do Desenvolvimento Rural"!!!
DO DESENVOLVIMENTO RURAL!!!!!!!
Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh ah ah ah ah ah ah ah
DO DESENVOLVIMENTO!!!!!
Aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh ah ah ah ah ah ahah
RURAL Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhahahahahahahahahah
"e das Pescas"!!!
Desenvolvimento... das pescas!!!!!!
DAS PESCAS!!!!!!
Aaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhahahahahahahahahahaq ah ah ah ah ah
CUM CARALHO!!!*
ESTES GAJOS MATAM-ME DE RISO.........
AAAAAAAaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh uiuiuiuiuiuiui ihihihihihihihihihi aaahhhhhhhhhhh
* "Cum caralho" é expressão absolutamente admissível, ao abrigo de jurisprudência recente do TRLisboa - de 20-10-2010, processo nº 1/09.3F1STC.L1-9 que assegura: "NÃO Há NADA A QUE NÃO SE POSSA JUNTAR UM CARALHO, funcionando este COMO verdadeira MULETA oratória"
Vejamos esta:
Ao que parece, temos um Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas.
É tudo!
Riam-se, se conseguirem rir neste mar de tristeza e de tristezas.
Ah não tem graça?!
Não?!
....hummmmmmmm
Têm razão!
Que graça tem isto? e vou especificar:
Que graça tem haver um ministério, um MINISTÉRIO INTEIRO! (ou seja, muitos milhões de euros),
"da Agricultura"!!!
DA AGRICULTURA!!!!
MAS QUAL AGRICULTURA???????
Ah ah ah ah ah ah ah ah é de ir às lágrimas!!! se eu não tivesse antes vontadde de chorar...
"do Desenvolvimento Rural"!!!
DO DESENVOLVIMENTO RURAL!!!!!!!
Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh ah ah ah ah ah ah ah
DO DESENVOLVIMENTO!!!!!
Aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh ah ah ah ah ah ahah
RURAL Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhahahahahahahahahah
"e das Pescas"!!!
Desenvolvimento... das pescas!!!!!!
DAS PESCAS!!!!!!
Aaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhahahahahahahahahahaq ah ah ah ah ah
CUM CARALHO!!!*
ESTES GAJOS MATAM-ME DE RISO.........
AAAAAAAaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh uiuiuiuiuiuiui ihihihihihihihihihi aaahhhhhhhhhhh
* "Cum caralho" é expressão absolutamente admissível, ao abrigo de jurisprudência recente do TRLisboa - de 20-10-2010, processo nº 1/09.3F1STC.L1-9 que assegura: "NÃO Há NADA A QUE NÃO SE POSSA JUNTAR UM CARALHO, funcionando este COMO verdadeira MULETA oratória"
sexta-feira, abril 08, 2011
ESCATOLOGIA EM ESTADO PURO
Longe vão os tempos em que os esgotos corriam a céu aberto pelas ruas e ruelas das urbes deste país.
Cada qual chegava à sua janela com a penicada da noite, numa amálgama de merda e mijo, e deitava-a pela janela fora.
Questões de ordem higiénica ditaram outros comportamentos.
Em favor da saúde pública.
Em favor da saúde de todos.
E quando se julgava estarmos livres da merda e do mijo amalgamados na penicada da noite, eis que somos novamente mijados e merdalhados a torto e a direito.
Desculpem-me, mas, ao menos por questões higiénicas, não podemos ser governados por gente assim.
Cada qual chegava à sua janela com a penicada da noite, numa amálgama de merda e mijo, e deitava-a pela janela fora.
Questões de ordem higiénica ditaram outros comportamentos.
Em favor da saúde pública.
Em favor da saúde de todos.
E quando se julgava estarmos livres da merda e do mijo amalgamados na penicada da noite, eis que somos novamente mijados e merdalhados a torto e a direito.
Desculpem-me, mas, ao menos por questões higiénicas, não podemos ser governados por gente assim.
"FOI PEDIDO O RESGATE
Bom, dado o que está em causa é tão só o futuro dos nossos filhos e a própria sobrevivência da democracia em Portugal, não me parece exagerado perder algum tempo a desmontar a máquina de propaganda dos bandidos que se apoderaram do nosso país. Já sei que alguns de vós estão fartos de ouvir falar disto e não querem saber, que sou deprimente, etc, mas é importante perceberem que o que nos vai acontecer é, sobretudo, nossa responsabilidade porque não quisemos saber durante demasiado tempo e agora estamos com um pé dentro do abismo e já não há possibilidade de escapar.
Estou convencido que aquilo a que assistimos nos últimos dias é uma verdadeira operação militar e um crime contra a pátria (mais um). Como sabem há muito que ando nos mercados (quantos dos analistas que dizem disparates nas TVs alguma vez estiveram nos ditos mercados?) e acompanho com especial preocupação (o meu Pai diria obsessão) a situação portuguesa há vários anos. Algumas verdades inconvenientes não batem certo com a "narrativa" socialista há muito preparada e agora posta em marcha pela comunicação social como uma verdadeira operação de PsyOps, montada pelo círculo íntimo do bandido e executada pelos jornalistas e comentadores "amigos" e dependentes das prebendas do poder (quase todos infelizmente, dado o estado do "jornalismo" que temos).
Ora acredito que o plano de operações desta gente não deve andar muito longe disto:
Narrativa: Se Portugal aprovasse o PEC IV não haveria nenhum resgate.
Verdade: Portugal já está ligado à máquina há mais de 1 ano (O BCE todos os dias salva a banca nacional de ter que fechar as portas dando-lhe liquidez e compra obrigações Portuguesas que mais ninguém quer - senão já teriamos taxas de juro nos 20% ou mais). Ora esta situação não se podia continuar a arrastar, como é óbvio. Portugal tem que fazer o rollover de muitos milhares de milhões em dívida já daqui a umas semanas só para poder pagar salários! Sócrates sabe perfeitamente que isso é impossível e que estávamos no fim da corda. O resto é calculismo político e teatro. Como sempre fez.
Narrativa: Sócrates estava a defender Portugal e com ele não entrava cá o FMI.
Verdade: Portugal é que tem de se defender deste criminoso louco que levou o país para a ruína (há muito antecipada como todos sabem). A diabolização do FMI é mais uma táctica dos spin doctors de Sócrates. O FMI fará sempre parte de qualquer resgate, seja o do mecanismo do EFSF (que é o que está em vigor e foi usado pela Irlanda e pela Grécia), seja o do ESM (que está ainda em discussão entre os 27 e não se sabe quando, nem se, nem como irá ser aprovado).
Narrativa: Estava tudo a correr tão bem e Portugal estava fora de perigo mas vieram estes "irresponsáveis" estragar tudo.
Verdade: Perguntem aos contabilistas do BCE e da Comissão que cá estiveram a ver as contas quanto é que é o real buraco nas contas do Estado e vão cair para o lado (a seu tempo isto tudo se saberá). Alguém sinceramente fica surpreendido por descobrir que as finanças públicas estão todas marteladas e que os papéis que os socráticos enviam para Bruxelas para mostrar que são bons alunos não têm credibilidade nenhuma? E acham que lá em Bruxelas são todos parvos e não começam a desconfiar de tanto óasis em Portugal? Recordo que uma das razões pela qual a Grécia não contou com muita solidariedade alemã foi por ter martelado as contas sistematicamente, minando toda a confiança. Acham que a Goldman Sachs só fez swaps contabilísticos com Atenas? E todos sabemos que o engº relativo é um tipo rigoroso, estudioso e duma ética e honestidade à prova de bala, certo?
Narrativa: Os mercados castigaram Portugal devido à crise política desencadeada pela oposição. Agora, com muita pena do incansável patriota Sócrates, vem aí o resgate que seria desnecessário.
Verdade: É óbvio que os mercados não gostaram de ver o PEC chumbado (e que não tinha que ser votado, muito menos agora, mas isso leva-nos a outro ponto), mas o que eles querem saber é se a oposição vai ou não cumprir as metas acordadas à socapa por Sócrates em Bruxelas (deliberadamente feito como se fosse uma operação secreta porque esse aspecto era peça essencial da sua encenação). E já todos cá dentro e lá fora sabem que o PSD e CDS vão viabilizar as medidas de austeridade e muito mais. É impressionante como a máquina do governo conseguiu passar a mensagem lá para fora que a oposição não aceitava mais austeridade. Essa desinformação deliberada é que prejudica o país lá fora porque cria inquietação artificial sobre as metas da austeridade. Mesmo assim os mercados não tiveram nenhuma reacção intempestiva porque o que os preocupa é apenas as metas. Mais nada. O resto é folclore para consumo interno. E, tal como a queda do governo e o resgate iminente não foram surpresa para mim, também não o foram para os mercados, que já contavam com isto há muito (basta ver um gráfico dos CDS sobre Portugal nos últimos 2 anos, e especialmente nos últimos meses). Porque é que os media não dizem que a bolsa lisboeta subiu mais de 1% no dia a seguir à queda? Simples, porque não convém para a narrativa que querem vender ao nosso povo facilmente manipulável (julgam eles depois de 6 anos a fazê-lo impunemente).
Bom, há sempre mais pontos da narrativa para desmascarar mas não sei se isto é útil para alguém ou se é já óbvio para todos. E como é 5ª feira e estou a ficar irritado só a escrever sobre este assunto termino por aqui. Se quiserem que eu vá escrevendo mais digam, porque isto dá muito trabalho."
Henrique Medina Carreira.
Recebido por e-mail
CARO MEDINA CARREIRA, PEÇO-LHE QUE VÁ ESCREVENDO, DENUNCIANDO ESTA CAMBADA DE BANDIDOS.
TEMO, NO ENTANTO, QUE O ESTADO DE BOVINIDADE GENERALIZADO NÃO SE ALTERE, NEM PELA FORÇA DA RAZÃO...
Bom, dado o que está em causa é tão só o futuro dos nossos filhos e a própria sobrevivência da democracia em Portugal, não me parece exagerado perder algum tempo a desmontar a máquina de propaganda dos bandidos que se apoderaram do nosso país. Já sei que alguns de vós estão fartos de ouvir falar disto e não querem saber, que sou deprimente, etc, mas é importante perceberem que o que nos vai acontecer é, sobretudo, nossa responsabilidade porque não quisemos saber durante demasiado tempo e agora estamos com um pé dentro do abismo e já não há possibilidade de escapar.
Estou convencido que aquilo a que assistimos nos últimos dias é uma verdadeira operação militar e um crime contra a pátria (mais um). Como sabem há muito que ando nos mercados (quantos dos analistas que dizem disparates nas TVs alguma vez estiveram nos ditos mercados?) e acompanho com especial preocupação (o meu Pai diria obsessão) a situação portuguesa há vários anos. Algumas verdades inconvenientes não batem certo com a "narrativa" socialista há muito preparada e agora posta em marcha pela comunicação social como uma verdadeira operação de PsyOps, montada pelo círculo íntimo do bandido e executada pelos jornalistas e comentadores "amigos" e dependentes das prebendas do poder (quase todos infelizmente, dado o estado do "jornalismo" que temos).
Ora acredito que o plano de operações desta gente não deve andar muito longe disto:
Narrativa: Se Portugal aprovasse o PEC IV não haveria nenhum resgate.
Verdade: Portugal já está ligado à máquina há mais de 1 ano (O BCE todos os dias salva a banca nacional de ter que fechar as portas dando-lhe liquidez e compra obrigações Portuguesas que mais ninguém quer - senão já teriamos taxas de juro nos 20% ou mais). Ora esta situação não se podia continuar a arrastar, como é óbvio. Portugal tem que fazer o rollover de muitos milhares de milhões em dívida já daqui a umas semanas só para poder pagar salários! Sócrates sabe perfeitamente que isso é impossível e que estávamos no fim da corda. O resto é calculismo político e teatro. Como sempre fez.
Narrativa: Sócrates estava a defender Portugal e com ele não entrava cá o FMI.
Verdade: Portugal é que tem de se defender deste criminoso louco que levou o país para a ruína (há muito antecipada como todos sabem). A diabolização do FMI é mais uma táctica dos spin doctors de Sócrates. O FMI fará sempre parte de qualquer resgate, seja o do mecanismo do EFSF (que é o que está em vigor e foi usado pela Irlanda e pela Grécia), seja o do ESM (que está ainda em discussão entre os 27 e não se sabe quando, nem se, nem como irá ser aprovado).
Narrativa: Estava tudo a correr tão bem e Portugal estava fora de perigo mas vieram estes "irresponsáveis" estragar tudo.
Verdade: Perguntem aos contabilistas do BCE e da Comissão que cá estiveram a ver as contas quanto é que é o real buraco nas contas do Estado e vão cair para o lado (a seu tempo isto tudo se saberá). Alguém sinceramente fica surpreendido por descobrir que as finanças públicas estão todas marteladas e que os papéis que os socráticos enviam para Bruxelas para mostrar que são bons alunos não têm credibilidade nenhuma? E acham que lá em Bruxelas são todos parvos e não começam a desconfiar de tanto óasis em Portugal? Recordo que uma das razões pela qual a Grécia não contou com muita solidariedade alemã foi por ter martelado as contas sistematicamente, minando toda a confiança. Acham que a Goldman Sachs só fez swaps contabilísticos com Atenas? E todos sabemos que o engº relativo é um tipo rigoroso, estudioso e duma ética e honestidade à prova de bala, certo?
Narrativa: Os mercados castigaram Portugal devido à crise política desencadeada pela oposição. Agora, com muita pena do incansável patriota Sócrates, vem aí o resgate que seria desnecessário.
Verdade: É óbvio que os mercados não gostaram de ver o PEC chumbado (e que não tinha que ser votado, muito menos agora, mas isso leva-nos a outro ponto), mas o que eles querem saber é se a oposição vai ou não cumprir as metas acordadas à socapa por Sócrates em Bruxelas (deliberadamente feito como se fosse uma operação secreta porque esse aspecto era peça essencial da sua encenação). E já todos cá dentro e lá fora sabem que o PSD e CDS vão viabilizar as medidas de austeridade e muito mais. É impressionante como a máquina do governo conseguiu passar a mensagem lá para fora que a oposição não aceitava mais austeridade. Essa desinformação deliberada é que prejudica o país lá fora porque cria inquietação artificial sobre as metas da austeridade. Mesmo assim os mercados não tiveram nenhuma reacção intempestiva porque o que os preocupa é apenas as metas. Mais nada. O resto é folclore para consumo interno. E, tal como a queda do governo e o resgate iminente não foram surpresa para mim, também não o foram para os mercados, que já contavam com isto há muito (basta ver um gráfico dos CDS sobre Portugal nos últimos 2 anos, e especialmente nos últimos meses). Porque é que os media não dizem que a bolsa lisboeta subiu mais de 1% no dia a seguir à queda? Simples, porque não convém para a narrativa que querem vender ao nosso povo facilmente manipulável (julgam eles depois de 6 anos a fazê-lo impunemente).
Bom, há sempre mais pontos da narrativa para desmascarar mas não sei se isto é útil para alguém ou se é já óbvio para todos. E como é 5ª feira e estou a ficar irritado só a escrever sobre este assunto termino por aqui. Se quiserem que eu vá escrevendo mais digam, porque isto dá muito trabalho."
Henrique Medina Carreira.
Recebido por e-mail
CARO MEDINA CARREIRA, PEÇO-LHE QUE VÁ ESCREVENDO, DENUNCIANDO ESTA CAMBADA DE BANDIDOS.
TEMO, NO ENTANTO, QUE O ESTADO DE BOVINIDADE GENERALIZADO NÃO SE ALTERE, NEM PELA FORÇA DA RAZÃO...
quarta-feira, março 30, 2011
RESÍDUOS...
Aí vem nova corrida, nova viagem!!!!!
É entrar, senhoras e cavalheiros, meninas e meninos!!!!!
Poisé...
Lá vão os papalvos do costume efectuar o exercício semântico do voto democrático!
Mas... vão votar o quê? em quem? em que CONCRETO projecto?
Ninguém sabe!
E ninguém saberá!
A merdalha politiqueira dirá umas quantas merdices avulsamente, toneladas de demagogia, outras tantas de mentiras descaradas, umas filho-da-putices e sacanices... é tudo!
Alguém se compromete com um desígnio nacional (aliás, ainda por definir...)?
Alguém fala na necessidade de mudança e na mudança de paradigma económico, social e, sobretudo!, político?
Alguém equaciona os verdadeiros termos do problema e propõe uma verdadeira solução estrutural (em vez de remendos avulsos e desgarrados)?
Alguém fala verdade e diz a verdade?
Não, não falam e não, não dizem.
Os cagalhotos políticos não passam disso mesmo: De RESÍDUOS!
Mas então se não guardamos os resíduos em nossa casa, porque nos damos ao trabalho de os eleger para nos representar na condução da vida nacional?
DEPURA Lina!!!
DEPURA!!!
Não sei se a Lina quer depurar, mas penso que todos nós outros o devíamos fazer: DEPURAR a sociedade portuguesa e incinerar os resíduos tóxicos que enxameiam os corredores do poder na fornalha social da razão e dos valores nobres.
De uma vez por todas, ponha-se o lixo no lixo!
Uma forma de verdadeiramente colocar o lixo no lixo era uma votação massiva em branco.
Eis a resposta capaz de operar a mudança!
EM BRANCO!!! E MASSIVAMENTE!!!
É entrar, senhoras e cavalheiros, meninas e meninos!!!!!
Poisé...
Lá vão os papalvos do costume efectuar o exercício semântico do voto democrático!
Mas... vão votar o quê? em quem? em que CONCRETO projecto?
Ninguém sabe!
E ninguém saberá!
A merdalha politiqueira dirá umas quantas merdices avulsamente, toneladas de demagogia, outras tantas de mentiras descaradas, umas filho-da-putices e sacanices... é tudo!
Alguém se compromete com um desígnio nacional (aliás, ainda por definir...)?
Alguém fala na necessidade de mudança e na mudança de paradigma económico, social e, sobretudo!, político?
Alguém equaciona os verdadeiros termos do problema e propõe uma verdadeira solução estrutural (em vez de remendos avulsos e desgarrados)?
Alguém fala verdade e diz a verdade?
Não, não falam e não, não dizem.
Os cagalhotos políticos não passam disso mesmo: De RESÍDUOS!
Mas então se não guardamos os resíduos em nossa casa, porque nos damos ao trabalho de os eleger para nos representar na condução da vida nacional?
DEPURA Lina!!!
DEPURA!!!
Não sei se a Lina quer depurar, mas penso que todos nós outros o devíamos fazer: DEPURAR a sociedade portuguesa e incinerar os resíduos tóxicos que enxameiam os corredores do poder na fornalha social da razão e dos valores nobres.
De uma vez por todas, ponha-se o lixo no lixo!
Uma forma de verdadeiramente colocar o lixo no lixo era uma votação massiva em branco.
Eis a resposta capaz de operar a mudança!
EM BRANCO!!! E MASSIVAMENTE!!!
quarta-feira, março 23, 2011
UM PAÍS À RASCA MOVIDO (MOVIDO??? ROUBADO!!!) POR GENTE RASCA
Aparentemente e para o comum dos cidadãos imbecilizados por esta fantochada politiqueira que flutua, qual excremento, na fétida cloaca da política portuguesa, o discurso político parece preocupar-se com o interesse público.
Nada mais longe da realidade.
A questão é de poder pelo poder e não de interesse público.
A prova é esta: Num país à beira da banca rota, se o interesse público fosse a luz norteadora da actividade política e partidária, os consensos seriam facilmente alcançáveis, já que todos parecem de acordo quanto à sua necessidade (pelo menos no discurso político para consumo de eleitores imbecilizados).
A verdade é que estes seres rastejantes e peçonhentos que se dizem políticos não passam de um punhado de mercenários à jorna dos interesses que os hão-de alimentar subterrâneamente e mais à sua família e sobrinhos e afilhados e a pata que os pariu.
Tristeza de país-zinho....
Nada mais longe da realidade.
A questão é de poder pelo poder e não de interesse público.
A prova é esta: Num país à beira da banca rota, se o interesse público fosse a luz norteadora da actividade política e partidária, os consensos seriam facilmente alcançáveis, já que todos parecem de acordo quanto à sua necessidade (pelo menos no discurso político para consumo de eleitores imbecilizados).
A verdade é que estes seres rastejantes e peçonhentos que se dizem políticos não passam de um punhado de mercenários à jorna dos interesses que os hão-de alimentar subterrâneamente e mais à sua família e sobrinhos e afilhados e a pata que os pariu.
Tristeza de país-zinho....
SEM MARCO, SEM MARCAÇÃO E SEM MARCADORES
O 12 de Março não resultou num marco.
Não marcou nada.
Há uns anos que venho aqui manifestando a opinião de que serão os jovens deste país-zinho os protagonistas da mudança, de alguma mudança.
Mas não me parece.
Os que almejam mais qualquer coisa do que o conformismo vão por esse mundo em busca de uma vida decente.
Os outros ficam por cá, a suportar a cambada de filhos da puta que todos os dias nos chulam a carteira e a vida e sugam a felicidade.
Tenho nojo e tenho vergonha dos políticos que temos e do país em que nos transformámos ou deixámos que nos transformássemos.
Não marcou nada.
Há uns anos que venho aqui manifestando a opinião de que serão os jovens deste país-zinho os protagonistas da mudança, de alguma mudança.
Mas não me parece.
Os que almejam mais qualquer coisa do que o conformismo vão por esse mundo em busca de uma vida decente.
Os outros ficam por cá, a suportar a cambada de filhos da puta que todos os dias nos chulam a carteira e a vida e sugam a felicidade.
Tenho nojo e tenho vergonha dos políticos que temos e do país em que nos transformámos ou deixámos que nos transformássemos.
sexta-feira, março 11, 2011
ACORDEM! DA RELAÇÃO DE LISBOA.
Acórdão da Relação de Lisboa - http://www.dgsi.pt/jtrl.nsf/e6e1f17fa82712ff80257583004e3ddc/85e3b7ab708fb737802577dd00582b94?OpenDocument - conclui:
" [...] A UTILIZAÇÃO DA EXPRESSÃO NÃO é OFENSIVA, MAS SIM UM MODO DE VERBALIZAR ESTADOS DE ALMA [...] pois tal resulta da experiência comum, que CARALHO é PALAVRA USADA por alguns (muitos) PARA expressar, definir, explicar ou ENFATIZAR TODA UMA GAMA DE SENTIMENTOS HUMANOS e diversos estados de ânimo. Por exemplo pró caralho é usado para representar algo excessivo. Seja grande ou pequeno de mais. Serve para referenciar realidades numéricas indefinidas: chove pra caralho..., o Cristiano Ronaldo joga pra caralho... [...] NÃO Há NADA A QUE NÃO SE POSSA JUNTAR UM CARALHO, funcionando este COMO verdadeira MULETA oratória."
Subitamente, apoiado na certeza de que "NÃO Há NADA A QUE NÃO SE POSSA JUNTAR UM CARALHO", apetece-me utilizar, como muleta oratória obviamente, uma caralhada, para expressar o meu apreço, enquanto cidadão deste país-zinho, pelos políticos nacionais a quem a carapuça sirva:
Ó POLÍTICOS DE MERDA, INCOMPETENTES, CORRUPTOS E CHULOS, GENTALHA RATAZANA DE ESGOTO, VÃO PRÓ CARALHO!
" [...] A UTILIZAÇÃO DA EXPRESSÃO NÃO é OFENSIVA, MAS SIM UM MODO DE VERBALIZAR ESTADOS DE ALMA [...] pois tal resulta da experiência comum, que CARALHO é PALAVRA USADA por alguns (muitos) PARA expressar, definir, explicar ou ENFATIZAR TODA UMA GAMA DE SENTIMENTOS HUMANOS e diversos estados de ânimo. Por exemplo pró caralho é usado para representar algo excessivo. Seja grande ou pequeno de mais. Serve para referenciar realidades numéricas indefinidas: chove pra caralho..., o Cristiano Ronaldo joga pra caralho... [...] NÃO Há NADA A QUE NÃO SE POSSA JUNTAR UM CARALHO, funcionando este COMO verdadeira MULETA oratória."
Subitamente, apoiado na certeza de que "NÃO Há NADA A QUE NÃO SE POSSA JUNTAR UM CARALHO", apetece-me utilizar, como muleta oratória obviamente, uma caralhada, para expressar o meu apreço, enquanto cidadão deste país-zinho, pelos políticos nacionais a quem a carapuça sirva:
Ó POLÍTICOS DE MERDA, INCOMPETENTES, CORRUPTOS E CHULOS, GENTALHA RATAZANA DE ESGOTO, VÃO PRÓ CARALHO!
sexta-feira, março 04, 2011
12, O MARCO!
Este texto contém expressões, aliás bem escusadas!, que podem ferir susceptibilidades.
Se for susceptível (seja lá do que for) não continue.
Será um marco o 12 de Março?
Completados mais de 30 anos de dita democracia estabilizada, que regime resultou desta experiência?
Em minha opinião, o pior possível.
Será a camada mais jovem da população portuguesa capaz de cilindrar este regime?
E sendo, será depois capaz de o substituir por algo digno?
Será muito difícil que tal aconteça.
Na verdade, mais de trinta anos de dita democracia permitiram à escumalha de filhos da puta que enxameia os partidos políticos alcançar o poder e urdir a teia institucional feita à sua medida.
Permitiu que se instalassem em todos os pontos de poder.
Permite-lhes, assim, controlar qualquer veleidade civil ou de cívica iniciativa.
Vergonha, estes merdas destes políticos não a têm!
E obrigá-los, pela força, a descer do poleiro é simplesmente impensável.
Desde logo porque, face a estes bandalhos que tudo controlam, a força da razão é manifestamente insuficiente e resvala na couraça da sua olímpica impunidade e na arrogância de quem se sabe impune porque acima da lei!
Lei, aliás, que fazem também à sua justa medida!
Esta imundície que enxameia a classe política e de poder foi construindo, paulatinamente ao longo dos anos, um país à sua medida, do qual tanto sugaram e tanto sugam que corre-se o risco de matar a galinha dos ovos de ouro (para eles!).
A última machadada é aquela que tem vindo a ser dada na justiça.
A justiça seria a última barreira aos seus (deles, dos merdosos políticos) intentos hegemónicos.
E, como tal, havia que derrotá-la.
E não podendo fazê-lo de outra forma sem se correr o risco de descaracterizar a dita e conveniente democracia, os filhos da puta decidiram denegrir a imagem da justiça e denegri-la ao ponto de a descredibilizar aos olhos dos cidadãos.
Pelo menos, o suficicente para que a dúvida se instale quando a propósito de um freeport, de um face oculta ou outra corrupção qualquer, se diga que é uma cabala contra os políticos (de merda) que por aí grassam.
Como se combate isto?
Dentro do regime? com dias 12zes de marços?
Tomara!
Se for susceptível (seja lá do que for) não continue.
Será um marco o 12 de Março?
Completados mais de 30 anos de dita democracia estabilizada, que regime resultou desta experiência?
Em minha opinião, o pior possível.
Será a camada mais jovem da população portuguesa capaz de cilindrar este regime?
E sendo, será depois capaz de o substituir por algo digno?
Será muito difícil que tal aconteça.
Na verdade, mais de trinta anos de dita democracia permitiram à escumalha de filhos da puta que enxameia os partidos políticos alcançar o poder e urdir a teia institucional feita à sua medida.
Permitiu que se instalassem em todos os pontos de poder.
Permite-lhes, assim, controlar qualquer veleidade civil ou de cívica iniciativa.
Vergonha, estes merdas destes políticos não a têm!
E obrigá-los, pela força, a descer do poleiro é simplesmente impensável.
Desde logo porque, face a estes bandalhos que tudo controlam, a força da razão é manifestamente insuficiente e resvala na couraça da sua olímpica impunidade e na arrogância de quem se sabe impune porque acima da lei!
Lei, aliás, que fazem também à sua justa medida!
Esta imundície que enxameia a classe política e de poder foi construindo, paulatinamente ao longo dos anos, um país à sua medida, do qual tanto sugaram e tanto sugam que corre-se o risco de matar a galinha dos ovos de ouro (para eles!).
A última machadada é aquela que tem vindo a ser dada na justiça.
A justiça seria a última barreira aos seus (deles, dos merdosos políticos) intentos hegemónicos.
E, como tal, havia que derrotá-la.
E não podendo fazê-lo de outra forma sem se correr o risco de descaracterizar a dita e conveniente democracia, os filhos da puta decidiram denegrir a imagem da justiça e denegri-la ao ponto de a descredibilizar aos olhos dos cidadãos.
Pelo menos, o suficicente para que a dúvida se instale quando a propósito de um freeport, de um face oculta ou outra corrupção qualquer, se diga que é uma cabala contra os políticos (de merda) que por aí grassam.
Como se combate isto?
Dentro do regime? com dias 12zes de marços?
Tomara!
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
CIDADÃOS DE SEGUNDA
É de notar - mas mesmo notando, ninguém quer saber - que esta cambada de energúmenos que nos têm vindo a 'governar' encara a maioria dos cidadãos portugueses como uma despesa.
E por isso os coloca sistematicamente na coluna da despesa.
São os cidadãos de segunda, os despesistas.
São despesa para o serviço de saúde.
São despesa para o serviço de educação.
São despesa para a segurança social.
Mais do que despesistas, estes cidadãos são encarados como um fardo!
Na verdade, estes cidadãos não servem para nada.
... a não ser para duas coisas:
Para pagar impostos e contribuições e
Para, de vez em quando, legitimar a escumalha política nas cadeiras do poder.
"É a democracia estúpido!"
Parvo!
Que parvo que eu sou!
Estúpido não!
E por isso os coloca sistematicamente na coluna da despesa.
São os cidadãos de segunda, os despesistas.
São despesa para o serviço de saúde.
São despesa para o serviço de educação.
São despesa para a segurança social.
Mais do que despesistas, estes cidadãos são encarados como um fardo!
Na verdade, estes cidadãos não servem para nada.
... a não ser para duas coisas:
Para pagar impostos e contribuições e
Para, de vez em quando, legitimar a escumalha política nas cadeiras do poder.
"É a democracia estúpido!"
Parvo!
Que parvo que eu sou!
Estúpido não!
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
COINCIDÊNCIAS!!!!!!*
Depois das recentes eleições na Hungría e no Reino Unido restam 3 países socialistas na União Eurpeia:
A Grecia, a España e, claro, Portugal.
Coincidência do camandro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Como disse alguém: "o socialismo dura até se acabar o dinheiro dos outros"
* ideia recebida por mail
A Grecia, a España e, claro, Portugal.
Coincidência do camandro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Como disse alguém: "o socialismo dura até se acabar o dinheiro dos outros"
* ideia recebida por mail
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
QUE PARVOS QUE NÓS SOMOS!!!
PORTUGAL TEM O QUE MERECE
E MERECE SE NADA FIZER
PRA MUDAR A SITUAÇÃO CRÍTICA
SEJAS HOMEM OU MULHER
AVANÇA E LUTA
AFASTA OS FILHOS DA PUTA
DA DECISÃO POLÍTICA!
E MERECE SE NADA FIZER
PRA MUDAR A SITUAÇÃO CRÍTICA
SEJAS HOMEM OU MULHER
AVANÇA E LUTA
AFASTA OS FILHOS DA PUTA
DA DECISÃO POLÍTICA!
domingo, janeiro 16, 2011
É ASSIM NO REINO DOS ANIMAIS DO ORWELL E É ASSIM EM PORTUGAL, O REINO DAS BESTAS!
•"No one believes more firmly than Comrade Napoleon that all animals are equal. He would be only too happy to let you make your decisions for yourselves. But sometimes you might make the wrong decisions, comrades, and then where should we be?"
•"Napoleon is always right."
- George Orwell, Animal Farm, Ch. 5
•"Napoleon is always right."
- George Orwell, Animal Farm, Ch. 5
Subscrever:
Mensagens (Atom)


