Diário de Notícias
"O curso de Direito vai deixar de ser critério obrigatório para o acesso à magistratura. A licenciatura-base dos futuros juízes e procuradores do Ministério Público poderá ser noutras áreas do saber, desde a Economia à Sociologia. A ideia é "criar as melhores condições para que haja uma magistratura enriquecida e dotada de todas as competências para enfrentar a variedade dos problemas que se colocam na actualidade" Palavras do ministro da Justiça ontem no final da sessão de abertura de um seminário internacional realizado pelo Centro de Estudos Judiciários (CEJ).
Correio da Manha
"Curso de Medicina vai deixar de ser critério obrigatório para o acesso ao exercício da medicina. A licenciatura-base dos futuros médicos poderá ser noutras áres do saber, desde a Economia à Sociologia e Direito. A ideia é "criar as melhores condições para que haja médicos enriquecidos e dotados de todas as competências para enfrentar a variedade dos problemas que se colocam na actualidade. Palavras do ministro da saúde ontem no final da sessão de encerramento de algumas unidades hospitalares. E acrescentou: Sem uma licenciatura-base em Sociologia nunca um médico poderá integrar os fenómenos socio-patológicos e os problemas da transmigração que tem de enfrentar dia a dia. Sem a licenciatura em Economia não saberá da importância de usar canivetes nas intervenções cirúrgicas em vez dos caríssimos bisturis. Sem uma licenciatura em Direito, não saberá defender-se da responsabilidade civil extra-contratual por acto médico danoso, etc."
24 horrores
"Inteligência, integridade moral e ética, carácter e sentido de Estado vão deixar de ser requisitos para o exercício da actividade política em Portugal, podendo a personalidade-base dos senhores políticos incluir outras áreas da natureza humana, mesmo em exclusividade, desde a incompetência às patologias do carácter.
A ideia é criar as melhores condições para que haja uma classe enriquecida, dominante e dotada de todos os instrumentos para enfrentar a variedade dos entraves que os regimes democráticos colocam na actualidade. Palavras do ministro primeiro, ontem no final da sessão de abertura de um seminário interno sobre "exploração e manipulação de borregos".
quarta-feira, maio 10, 2006
segunda-feira, maio 08, 2006
PILARES
- Ó Ti Anafrásio! Repita lá o que disse sobre aquela coisa dos pilares, que é para estas pessoas ouvirem...
- Pois! O quê dixe foi... bem... ê xou pastor nãn xou doitor, nãn gosto de me meter em plítica, mas cá na nha cabexa acho que... bem, os xenhores tão a ver ali aquela choupana?
- Sim, Ti Anafrásio, onde recolhe o gado?!
- Xim! A choupana tem aqueles pilares todos, com um telhado em xima, num é?
- Pois!
- Bem, qandêvêjo que hái pilares que nãn prestam e comexam àbanar vou lá e dou-lhes uma cachaporrada. Pimba!
- Pimba?!
- Xim! Pimba! Deitujabaixo! É logo! Pimba!
- Então e para que é que faz isso?
- Ócaxanão cai-me tudo em xima dajovelhas, home!
- Ah! Pois...
- Cachaporra! Pimba! E despois boto lá um pilar novo! Maxempre dolho pra ver xelexaguenta!
- Tá bem visto!
- Agora, o quêgostava mêmo era nãn prexijar da choupana e mailospilares e aquilo tudo...
- Pois é, Ti Anafrásio, mas ainda não inventaram nada melhor para os borregos!
- Poijé! Tch...
- Pois! O quê dixe foi... bem... ê xou pastor nãn xou doitor, nãn gosto de me meter em plítica, mas cá na nha cabexa acho que... bem, os xenhores tão a ver ali aquela choupana?
- Sim, Ti Anafrásio, onde recolhe o gado?!
- Xim! A choupana tem aqueles pilares todos, com um telhado em xima, num é?
- Pois!
- Bem, qandêvêjo que hái pilares que nãn prestam e comexam àbanar vou lá e dou-lhes uma cachaporrada. Pimba!
- Pimba?!
- Xim! Pimba! Deitujabaixo! É logo! Pimba!
- Então e para que é que faz isso?
- Ócaxanão cai-me tudo em xima dajovelhas, home!
- Ah! Pois...
- Cachaporra! Pimba! E despois boto lá um pilar novo! Maxempre dolho pra ver xelexaguenta!
- Tá bem visto!
- Agora, o quêgostava mêmo era nãn prexijar da choupana e mailospilares e aquilo tudo...
- Pois é, Ti Anafrásio, mas ainda não inventaram nada melhor para os borregos!
- Poijé! Tch...
sexta-feira, maio 05, 2006
ISTO É QUE VAI UMA CRISE!
Mais de um ano passado e a justiça em Portugal continua a não servir os cidadãos e as empresas.
Continua o órgão de soberania Tribunais a ser um mero serviço pouco mais do que administrativo, do Ministério da Justiça.
O que quer dizer que, numa boa medida, continua a miragem da verdadeira separação de poderes e independência dos tribunais.
Qual aldeia gaulesa, há um punhado de mulheres e de homens (juízes, pois claro!) que, fazendo das tripas coração, lá vão dando corpo ( e o corpo! E o resto!) ao desígnio constitucional da independência do poder judicial.
Ministros que terão nascido no dia de folga do distribuidor de inteligência, da nobreza de carácter e do sentido de Estado, apenas denotam capacidade para a demagogia baratucha, para a decisão baseada nos seus próprios fígados (maus fígados, ainda por cima!) e para a satisfação das clientelas.
No campo judiciário (o resto não vai melhor, infelizmente), em lugar da governação para o desenvolvimento, para a celeridade, para a simplificação (que não simplex da treta), para a eficiência e a eficácia, temos decisões sobre férias judiciais e "privilégios", mais uns remendos nuns quantos institutos jurídicos civis e muita preocupação com institutos criminais. Aqui sim!
Grandes procupações no campo criminal! Morderam-lhes (aos da mó de cima) as canelas e aqui d'el rei!
É isto que aos "senhores" governantes interessa! O próprio cabedal!
Os da Assembleia da República não são melhores.
Há uns tempos roubaram (desculpem a imprecisão técnica) roubaram o nosso dinheiro, com viagens-fantasma.
Sem consequências!
Agora, impedem o funcionamento da Assembleia da República, por falta de quorum, ou seja, por falta colectiva ao trabalho de um numeroso grupo de deputados.
Ora, com exemplos de cima desta natureza, com os ataques absurdos do Governo contra quase tudo e quase todos, com uma governação desastrada na implementação das políticas tomadas, esperam que "isto" funcione?
Continuo a pensar que melhores ou piores medidas todos os governos tomarão.
Faz parte da natureza humana. Errar.
Mas estou profundamente convicto de que as medidas deste Governo não encontram eco na sociedade, sobretudo por um motivo: A governação tem vindo a ser e continua a ser feita CONTRA as pessoas. O discurso é, em regra, agreste, agressivo e trauliteiro (veja-se no campo da Justiça, por exemplo).
Se houvesse da parte do Governo capacidade de comunicação com os cidadãos, por vezes apenas a manifestação de um pouco de respeito, unindo-os em torno de um desígnio colectivo, estou convicto de que teriam não só melhor aceitação como também cativariam o esforço e o empenhamento de todos e cada um na (re)construção deste país.
Tal como está e vai, alcança sobretudo a desmotivação e desmobilização colectivas.
É o divórcio. "Perdido por um, perdido por mil".
Vegeta-se; cumpre-se formalmente o trabalho; pensa-se à 2ª Feira na 6ª e espera-se que a semana passe depressa.
Depois? Depois logo se vê!
Continua o órgão de soberania Tribunais a ser um mero serviço pouco mais do que administrativo, do Ministério da Justiça.
O que quer dizer que, numa boa medida, continua a miragem da verdadeira separação de poderes e independência dos tribunais.
Qual aldeia gaulesa, há um punhado de mulheres e de homens (juízes, pois claro!) que, fazendo das tripas coração, lá vão dando corpo ( e o corpo! E o resto!) ao desígnio constitucional da independência do poder judicial.
Ministros que terão nascido no dia de folga do distribuidor de inteligência, da nobreza de carácter e do sentido de Estado, apenas denotam capacidade para a demagogia baratucha, para a decisão baseada nos seus próprios fígados (maus fígados, ainda por cima!) e para a satisfação das clientelas.
No campo judiciário (o resto não vai melhor, infelizmente), em lugar da governação para o desenvolvimento, para a celeridade, para a simplificação (que não simplex da treta), para a eficiência e a eficácia, temos decisões sobre férias judiciais e "privilégios", mais uns remendos nuns quantos institutos jurídicos civis e muita preocupação com institutos criminais. Aqui sim!
Grandes procupações no campo criminal! Morderam-lhes (aos da mó de cima) as canelas e aqui d'el rei!
É isto que aos "senhores" governantes interessa! O próprio cabedal!
Os da Assembleia da República não são melhores.
Há uns tempos roubaram (desculpem a imprecisão técnica) roubaram o nosso dinheiro, com viagens-fantasma.
Sem consequências!
Agora, impedem o funcionamento da Assembleia da República, por falta de quorum, ou seja, por falta colectiva ao trabalho de um numeroso grupo de deputados.
Ora, com exemplos de cima desta natureza, com os ataques absurdos do Governo contra quase tudo e quase todos, com uma governação desastrada na implementação das políticas tomadas, esperam que "isto" funcione?
Continuo a pensar que melhores ou piores medidas todos os governos tomarão.
Faz parte da natureza humana. Errar.
Mas estou profundamente convicto de que as medidas deste Governo não encontram eco na sociedade, sobretudo por um motivo: A governação tem vindo a ser e continua a ser feita CONTRA as pessoas. O discurso é, em regra, agreste, agressivo e trauliteiro (veja-se no campo da Justiça, por exemplo).
Se houvesse da parte do Governo capacidade de comunicação com os cidadãos, por vezes apenas a manifestação de um pouco de respeito, unindo-os em torno de um desígnio colectivo, estou convicto de que teriam não só melhor aceitação como também cativariam o esforço e o empenhamento de todos e cada um na (re)construção deste país.
Tal como está e vai, alcança sobretudo a desmotivação e desmobilização colectivas.
É o divórcio. "Perdido por um, perdido por mil".
Vegeta-se; cumpre-se formalmente o trabalho; pensa-se à 2ª Feira na 6ª e espera-se que a semana passe depressa.
Depois? Depois logo se vê!
sexta-feira, abril 28, 2006
"Portugal entrou para o grupo dos países com maior índice de inovação tecnológica. A descoberta fundamental foi efectuada pelo governo português. Ao transformar em obsoleta toda a tecnologia baseada em explosivos poluentes e barulhentos, abriu uma nova era tecnológica, a que chamou 'choque tecnológico'. Na verdade, o governo português tem vindo a ultimar experiências que confirmam o poder destruidor do decreto-lei face aos explosivos convencionais".
"...grupos terroristas com ligações à Al-Qaeda e ao Hammas manifestaram já interesse pelos métodos de destruição utilizados em Portugal, pretendendo utilizar a mesma metodologia nas suas actividades terroristas. Em declarações ao nosso jornal afirmaram: «Os métodos de destruição selectiva actualmente utilizados em portugal são um grande avanço na ciência da destruição de sectores-chave de um país, a custos reduzidos, pelo facto de serem «powder-free", ou seja, sem utilização de pólvora».
RECORTES
- Ó Zé! Olha o que diz este jornal: "Empresários chineses iniciaram a produção de kit's de limpeza, compostos por uma pá e uma vassourinha, com destino ao mercado português. É mais uma ofensiva comercial de empresários chineses com reconhecida capacidade de antecipação de necessidades no mercado mundial."
-Ó Fernando, não estou a perceber!
- Espera... diz aqui: "A sagacidade dos empresários chineses permitiu-lhes identificar a República Portuguesa como um nicho de mercado para aquele produto, face à iminência de derrocada do país, já visível em alguns sectores. A pá e a vassourinha são produtos com procura assegurada, pois afigura-se ser a próxima tarefa de grande envergadura a efectuar pelos portugueses: Apanhar os cacos do país."!
-Ó Fernando, não estou a perceber!
- Espera... diz aqui: "A sagacidade dos empresários chineses permitiu-lhes identificar a República Portuguesa como um nicho de mercado para aquele produto, face à iminência de derrocada do país, já visível em alguns sectores. A pá e a vassourinha são produtos com procura assegurada, pois afigura-se ser a próxima tarefa de grande envergadura a efectuar pelos portugueses: Apanhar os cacos do país."!
segunda-feira, abril 24, 2006
PERSPECTIVAS
-Iscas!! Mén! Há bué da tempo que nan te vejo, mén! Andas fegido?
- Népia meu. É o 25 de Abril! Ando cá a pensare, ó Piscas.
- Yahh, mén. Pensar é fixe.
- Né isso, meu. Olha lá, já faz 32 anes do 25 de Abril, meu. Tás a vere?! E eu tenho 32 anes! Tás a vere?! Iste quer dezer alguma coisa, meu! Vou fazer um apegreide na nha vida!
- Fosca-se mén, vais deixar o gamanço?! E vais viver do quei, mén?
- És doido? Deixar o gamanço? Não!!! Apegreide, meu! Vou inscrever-me num partide pelítique, meu! Tás a ver a cena?!
-YYaaahhhhh mén!!!!!!!!
- Népia meu. É o 25 de Abril! Ando cá a pensare, ó Piscas.
- Yahh, mén. Pensar é fixe.
- Né isso, meu. Olha lá, já faz 32 anes do 25 de Abril, meu. Tás a vere?! E eu tenho 32 anes! Tás a vere?! Iste quer dezer alguma coisa, meu! Vou fazer um apegreide na nha vida!
- Fosca-se mén, vais deixar o gamanço?! E vais viver do quei, mén?
- És doido? Deixar o gamanço? Não!!! Apegreide, meu! Vou inscrever-me num partide pelítique, meu! Tás a ver a cena?!
-YYaaahhhhh mén!!!!!!!!
quinta-feira, abril 20, 2006
OLHE... SE FAZ FAVOR: COMO É QUE SE SAI DESTE CHIQUEIRO?
- Ó Zé, parece que isto vai de mal a pior, pá! Onde é que estamos a errar?
- Pereira, Pereira! Já te disse que nós nunca erramos! Quando muito somos subjugados pelas conjunturas supervenientes, imprevisíveis e inultrapassáveis no curto prazo...
- Tá bem, tá bem, mas a conjuntura internacional é toda ela de subida, de crescimento...
- Bem, bem, Pereira...
- Estive cá a pensar... sabes... há quem diga que esta coisa de governar CONTRA as pessoas em vez de as UNIR em torno de um desígnio nacional, colectivo, é coisa para derrotar qualquer política, porque há sectores-chave que depois...
- Pereira! Pereira! Quando é que tu aprendes? As pessoas são meros pormenores desagradáveis neste processo de... de crescimento! Percebes?
- Pereira, Pereira! Já te disse que nós nunca erramos! Quando muito somos subjugados pelas conjunturas supervenientes, imprevisíveis e inultrapassáveis no curto prazo...
- Tá bem, tá bem, mas a conjuntura internacional é toda ela de subida, de crescimento...
- Bem, bem, Pereira...
- Estive cá a pensar... sabes... há quem diga que esta coisa de governar CONTRA as pessoas em vez de as UNIR em torno de um desígnio nacional, colectivo, é coisa para derrotar qualquer política, porque há sectores-chave que depois...
- Pereira! Pereira! Quando é que tu aprendes? As pessoas são meros pormenores desagradáveis neste processo de... de crescimento! Percebes?
sexta-feira, abril 14, 2006
CHÁ E PORRADAS
- Caros amigos, silêncio, vá lá, acalmem-se... como sabem estamos reunidos no meu sótão a fim de encontrarmos uma forma, lícita (lícita, hem?) de dar uns tabefes ao Zé Socras e à cambada que compõe o seu governo miserável.
- Lícita? Isso não é possível!
- É possível, sim senhor. Ora, atentem na seguinte doutrina jurisprudencial: "Castigos moderados aplicados a menor por quem de direito, com fim exclusivamente educacional e adequados à situação, não são ilícitos. Devendo, no entanto, ter-se consciência de que estamos numa relação extremamente vulnerável e perigosa quanto a abusos.".
- Ena pá, eu ainda não tinha lido. É mesmo assim?
- Portanto, penso que podemos dar uma surra, pelo menos ao Socras, ao Alberto, ao Fernando e ao Pereira e também a um ou outro secretário de Estado...
- Muito bem! Boa! Muito bem! clap, clap, clap clap!!!
- Então, o que eu proponho é o seguinte:
"castigos moderados" corresponde a um bom par de tabefes;
"aplicados a menor"; ora digam-me lá se há alguém maior neste Governo? Não há! Assim sendo só é possível concluir que são todos menores;
"por quem de direito"; somos todos nós! Haverá alguém com mais direito a dar-lhes umas porradas na corneta do que nós, precisamente os "de direito"? (não confundir com os de direita! Nem de esquerda, claro!);
"com fim exclusivamente educacional"; ora aí está: Por isso cada porrada deverá ser acompanhada da expressão "É p'raprenderes! Toma! É p'raprenderes! Toma!);
"e adequada à situação", o que significa que se os gajos quiserem fugir, em vez de uma porrada na tola dá-se-lhes um pontapázio no traseiro, sempre acompanhado da expressão "Toma lá vendedor de banha-da-cobra que é p'raprenderes!";
- Fantástico! E nada disto é ilícito!!! Fabuloso!
- Caros amigos, não se esqueçam, porém, de que, em qualquer caso "deve ter-se consciência de que estamos numa relação extremamente vulnerável e perigosa quanto a abusos". Por isso, sendo a relação com quem diz que governa, nossa e dos restantes cidadãos, de extrema vulnerabilidade e perigosidade para os direitos e interesses legítimos que representamos, importa ter sempre presente essa vulnerabilidade e perigosidade, pois estamos sempre sujeitos a ser abusados. E é por isso que vos aconselho: Nunca lhes virem as costas! Nunca!
- Lícita? Isso não é possível!
- É possível, sim senhor. Ora, atentem na seguinte doutrina jurisprudencial: "Castigos moderados aplicados a menor por quem de direito, com fim exclusivamente educacional e adequados à situação, não são ilícitos. Devendo, no entanto, ter-se consciência de que estamos numa relação extremamente vulnerável e perigosa quanto a abusos.".
- Ena pá, eu ainda não tinha lido. É mesmo assim?
- Portanto, penso que podemos dar uma surra, pelo menos ao Socras, ao Alberto, ao Fernando e ao Pereira e também a um ou outro secretário de Estado...
- Muito bem! Boa! Muito bem! clap, clap, clap clap!!!
- Então, o que eu proponho é o seguinte:
"castigos moderados" corresponde a um bom par de tabefes;
"aplicados a menor"; ora digam-me lá se há alguém maior neste Governo? Não há! Assim sendo só é possível concluir que são todos menores;
"por quem de direito"; somos todos nós! Haverá alguém com mais direito a dar-lhes umas porradas na corneta do que nós, precisamente os "de direito"? (não confundir com os de direita! Nem de esquerda, claro!);
"com fim exclusivamente educacional"; ora aí está: Por isso cada porrada deverá ser acompanhada da expressão "É p'raprenderes! Toma! É p'raprenderes! Toma!);
"e adequada à situação", o que significa que se os gajos quiserem fugir, em vez de uma porrada na tola dá-se-lhes um pontapázio no traseiro, sempre acompanhado da expressão "Toma lá vendedor de banha-da-cobra que é p'raprenderes!";
- Fantástico! E nada disto é ilícito!!! Fabuloso!
- Caros amigos, não se esqueçam, porém, de que, em qualquer caso "deve ter-se consciência de que estamos numa relação extremamente vulnerável e perigosa quanto a abusos". Por isso, sendo a relação com quem diz que governa, nossa e dos restantes cidadãos, de extrema vulnerabilidade e perigosidade para os direitos e interesses legítimos que representamos, importa ter sempre presente essa vulnerabilidade e perigosidade, pois estamos sempre sujeitos a ser abusados. E é por isso que vos aconselho: Nunca lhes virem as costas! Nunca!
CONVERSA NA CASA-DE-BANHO
- Ó Alberto, deixa-me que te diga que, embora elaborado pelo Aniceto, o "estudo" poderia ser mais... mais...
- Ó Zé, o "estudo" é uma merda, convenhamos! Mas destina-se a juízes, pá, a juízes!
- Tens razão Alberto. ... Uns mentecaptos! Rédea curta nesses gajos...
- Além disso, os estudos feitos 'a posteriori' são sempre assim: Cagativos!
quarta-feira, abril 12, 2006
DOIS DEDOS DE TESTA
Ttttrrrrriiiiiiiiiimmmmmmmmmmmmmmm
- 'Tou, fala xavier... (...) ah, sim, passe (...) estou (...) Ah, ministro Alberto... sim... o desprazer é também meu... sim...
- (...)
- Já li, sim...
- (... ... ...)
- Sim. Mas efectivamente as acções ficam com quem as pratica, sabe?
- (... ... ...)
- Pois, não... não sou a favor de bater em crianças (...) sou absolutamente contra qualquer tipo de maus tratos, muito menos envolvendo crianças com deficiência. Não posso sequer entender (...) não (...) não!!! Pôrra, já lhe disse que não!
-(... ... ...)
- A mulher de César...? Sim, sim, já sei: Não basta ser séria... sim, sim...
- ( ... ... ...)
- Pois... jornalistas!!! Seus amiguinhos, não? Já desconfiava...
- (...)
- Vá você!!! Sim, sou juiz, mas isso não faz de mim (...) pois (...) sou juiz mas de 1ª instância, percebe? (...) sim, sim 1ª instância, onde nada se decide...
- 'Tou, fala xavier... (...) ah, sim, passe (...) estou (...) Ah, ministro Alberto... sim... o desprazer é também meu... sim...
- (...)
- Já li, sim...
- (... ... ...)
- Sim. Mas efectivamente as acções ficam com quem as pratica, sabe?
- (... ... ...)
- Pois, não... não sou a favor de bater em crianças (...) sou absolutamente contra qualquer tipo de maus tratos, muito menos envolvendo crianças com deficiência. Não posso sequer entender (...) não (...) não!!! Pôrra, já lhe disse que não!
-(... ... ...)
- A mulher de César...? Sim, sim, já sei: Não basta ser séria... sim, sim...
- ( ... ... ...)
- Pois... jornalistas!!! Seus amiguinhos, não? Já desconfiava...
- (...)
- Vá você!!! Sim, sou juiz, mas isso não faz de mim (...) pois (...) sou juiz mas de 1ª instância, percebe? (...) sim, sim 1ª instância, onde nada se decide...
terça-feira, abril 11, 2006
MIGUEL SONSO TÁSBURRO (ou, parafraseando o Chavez "you are a donkey mister tásburro! You are a donkey!)
- Ó Pereira, já viste a coluna do Miguel S. Tavares? Eu nem sabia que o tipo era dos nossos!
- Não é, Zé. Não é. Mas é como se fosse eheheheh. Achas que lhe dê um subsídio?
- Não, não, Pereira. É desnecessário. Mantém apenas a distância. Esta é a situação ideal!
- Pois é, pá, a situação não poderia ser melhor: Um ignorante em matéria de justiça, aparentemente não comprometido políticamente, com credibilidade junto da opinião pública e que escreve contra os juízes!
- Perfeito! Aliás, ó Pereira... ih ih ih .... exceptuando a credibilidade, o gajo até me faz lembrar o Alberto... quer dizer... é a mesma ignorância, com uma pequena diferença: o MST escreve em semanários e diários e o Alberto "escreve" no Diário da República! Ih ih ih
- Não é, Zé. Não é. Mas é como se fosse eheheheh. Achas que lhe dê um subsídio?
- Não, não, Pereira. É desnecessário. Mantém apenas a distância. Esta é a situação ideal!
- Pois é, pá, a situação não poderia ser melhor: Um ignorante em matéria de justiça, aparentemente não comprometido políticamente, com credibilidade junto da opinião pública e que escreve contra os juízes!
- Perfeito! Aliás, ó Pereira... ih ih ih .... exceptuando a credibilidade, o gajo até me faz lembrar o Alberto... quer dizer... é a mesma ignorância, com uma pequena diferença: o MST escreve em semanários e diários e o Alberto "escreve" no Diário da República! Ih ih ih
sexta-feira, abril 07, 2006
CO-CORRUPTO, arrulhou a pombinha
- Ó Pereira, olha o que diz o Euclides Dâmaso, o gajo do DIAP de Coimbra: “em Portugal a corrupção progride e intercepta cada vez mais níveis diversos da Administração e do aparelho do Estado” e acrescenta que “boa parte da economia portuguesa flui no mercado paralelo”.
- Ó Zé, temos de fazer alguma coisa, pá.
- Pois temos. Concordo. Reune o grupo.
(... ... ...)
- Caros amigos, como sabem, esta é mais um a reunião para manter secreta.
- O que é que foi desta vez, ó Zé?
- Bom, vejam isto (bcshcbshcbsb). A verdade é que é preciso algum cuidado. O Alberto e o António ainda não conseguiram controlar totalmente os ju... ju... hrrum... juízes nem o MºPº nem as polícias. Vai daí, mais vale prevenir do que remediar.
- ´Tá bem, tá bem... mas onde queres chegar?
- Bem, para o caso do Alberto e do António falharem, temos de tomar uma atitude, sem grande alarido e suavemente: É preciso começar a pensar em fontes e modos alternativos de financiamento do partido.
- Ó Zé, temos de fazer alguma coisa, pá.
- Pois temos. Concordo. Reune o grupo.
(... ... ...)
- Caros amigos, como sabem, esta é mais um a reunião para manter secreta.
- O que é que foi desta vez, ó Zé?
- Bom, vejam isto (bcshcbshcbsb). A verdade é que é preciso algum cuidado. O Alberto e o António ainda não conseguiram controlar totalmente os ju... ju... hrrum... juízes nem o MºPº nem as polícias. Vai daí, mais vale prevenir do que remediar.
- ´Tá bem, tá bem... mas onde queres chegar?
- Bem, para o caso do Alberto e do António falharem, temos de tomar uma atitude, sem grande alarido e suavemente: É preciso começar a pensar em fontes e modos alternativos de financiamento do partido.
NAVEGAR É PRECISO
- Ó Zé, já viste isto? "Quase dois terços dos portugueses nunca navegaram na rede "!
- Pois é, Pereira. Assim não há choque tecnológico que nos valha.
- Mas... onde é que nós errámos?
- Nós nunca erramos, Pereira! Cuidado com essa linguagem! Acontece que a realidade afinal é outra e estava escondida de todos nós. Veio agora à superfície por virtude da nossa competência! Assim é que se diz!!
- ´Tá bem! Mas afinal qual é a nova realidade?
- Ó Pereira... gaita, pá. Num país de marinheiros, como é que eu podia adivinhar que havia tanta gente que não sabe navegar??!!
- Pois é, Pereira. Assim não há choque tecnológico que nos valha.
- Mas... onde é que nós errámos?
- Nós nunca erramos, Pereira! Cuidado com essa linguagem! Acontece que a realidade afinal é outra e estava escondida de todos nós. Veio agora à superfície por virtude da nossa competência! Assim é que se diz!!
- ´Tá bem! Mas afinal qual é a nova realidade?
- Ó Pereira... gaita, pá. Num país de marinheiros, como é que eu podia adivinhar que havia tanta gente que não sabe navegar??!!
terça-feira, abril 04, 2006
CORTINA DE FUMO
- Alberto, António, Pereira, então o inimigo?
- Continua ali entrincheirado, Zé. Não quer sair.
- Franco-atiradores...
- Não é possível. O tipo não dá o flanco...
- Bem! Cortem a água!
- Boa idéia.
- Cortem a energia eléctrica!
- Ih ih ih...
- Lancem uma cortina de fumo intoxicante!
- E agora?
- Agora, Alberto, aguardamos.
- Olha, olha Zé! Lá vem ele, com uma bandeira branca!
- Eh eh eh nunca falha! Eu bem sabia que o workshop em guerrilha política me viria a ser útil...
- Continua ali entrincheirado, Zé. Não quer sair.
- Franco-atiradores...
- Não é possível. O tipo não dá o flanco...
- Bem! Cortem a água!
- Boa idéia.
- Cortem a energia eléctrica!
- Ih ih ih...
- Lancem uma cortina de fumo intoxicante!
- E agora?
- Agora, Alberto, aguardamos.
- Olha, olha Zé! Lá vem ele, com uma bandeira branca!
- Eh eh eh nunca falha! Eu bem sabia que o workshop em guerrilha política me viria a ser útil...
domingo, abril 02, 2006
EU É QUE SOU MERMBRBRO DO GOVERDNBNO (HIC!)
- Ó Alberto, já viste isto?! Aquele... j... arrgh... ju... juiz, o Bruto, olha o que ele diz: "nenhum país civilizado subsiste sem uma investigação criminal eficaz".
- Não sabem o que dizem, é o que é, Zé. Não sabem das coisas, não conhecem os partidos políticos, não conhecem os autarcas...
- Não sabem nem têm que saber! Nós é que fomos eleitos! Nós é que temos legitimidade! Nós é que sabemos!!!
- Muito bem, muito bem! (clap clap clap)
- Eh eh eh, mal eles sabem que para o país continuar "civilizado" e poder "subsistir" é preciso, precisamente, que não tenha uma investigação criminal eficaz!
- Ó zé, eu nem diria tanto. Não ter uma investigação criminal eficaz é fundamental para o país continuar... ponto final! É ou não é, ó Zé?
- Não sabem o que dizem, é o que é, Zé. Não sabem das coisas, não conhecem os partidos políticos, não conhecem os autarcas...
- Não sabem nem têm que saber! Nós é que fomos eleitos! Nós é que temos legitimidade! Nós é que sabemos!!!
- Muito bem, muito bem! (clap clap clap)
- Eh eh eh, mal eles sabem que para o país continuar "civilizado" e poder "subsistir" é preciso, precisamente, que não tenha uma investigação criminal eficaz!
- Ó zé, eu nem diria tanto. Não ter uma investigação criminal eficaz é fundamental para o país continuar... ponto final! É ou não é, ó Zé?
PRECIPITAÇÃO: 27mm EM S. BENTO
-"O s... d... in.... o SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA .. RENOVADO"?!?!!! ALBERTO!!! ALBERTO!!!
- Credo, Zé! O que é?
- Olha o que diz aquele... aquele... cof, cof... hum... juiz... o Timóteo: Supremo Tribunal foi renovado?! Quem autorizou? Quem, Alberto??!
- Hã... não... não.... Calma Zé: O sítio da internet, zé, o sítio da internet do Supremo Tribunal de Justiça é que foi renovado, Zé,.. só o sítio, zé... eheheh... só o si... eheh sítio... Zé... (uf!)
- Credo, Zé! O que é?
- Olha o que diz aquele... aquele... cof, cof... hum... juiz... o Timóteo: Supremo Tribunal foi renovado?! Quem autorizou? Quem, Alberto??!
- Hã... não... não.... Calma Zé: O sítio da internet, zé, o sítio da internet do Supremo Tribunal de Justiça é que foi renovado, Zé,.. só o sítio, zé... eheheh... só o si... eheh sítio... Zé... (uf!)
sábado, abril 01, 2006
PEDIMOS DESCULPA POR ESTA INTERRUPÇÃO. O PROGRAMA SEGUE DENTRO DE MOMENTOS
- Boa noite. dr. lélé da cuca.
- Boa noite dr. xavier. Vamos a mais uma lavagem cerebral? Eu estou pronto, não se esqueça de, no fim, me enxaguar em duas águas limpas... eheheh ... estou a brincar dr., estou a brincar...
- Ah ah ah ah... Pois é dr., hoje venho falar-lhe de blogs.
- De blogs!!! Óptimo, com uma boa conversa, como sabe, nunca adormeço!
- De blogs. Quer dizer, de blogs não propriamente, mas antes das pessoas por trás deles.
- Diga então, por favor, que o tema é excitante.
- Sabe, tenho andado por aí, de blog em blog, e tenho percebido uma coisa: Só é admissível comentar se o comentário for do tipo "que bonito!", "belo", "que sentimento", "és tão sensível", e merdas assim, tá a perceber?
- (*)
- Acontece que eu não tenho apenas essa postura e por vezes, para além de dizer que gosto quando sinto vontade de o dizer, também comento criticamente, normalmente.
-(*)
- Acontece ainda que, em regra, vêm uns palhaços armados em cães com pulgas em defesa do dono do blog, creio que sem mandato nem nada... mas vêm.
-(*)
- São uns chiquititos-espertos que pensam crescer aos olhos de outros quando, do alto da sua prosápia, moralistas de meia-tigela, casquinham como um cãozito agarrado às canelas...
- Zzzzzzzzzzzz ronnncc ...zzz ronncc
- Vai daí concluí que uma boa parte desta malta não passa de uma cambada lambe-botas, mal-amados, vêm para os blogs em busca de consolo e reconhecimento, mesmo anónimo, percebe?
- Zzzzzzzzzzzzzzzz ronc zz ronc zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
- Depois há umas pessoas que gostam de picar... e depois ficam todos muito ofendidinhos... e é um horror dr... uma pessoa se dá uma bicadazita é o fim do mundo!
- ZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz ronc ronc zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
- Além disso, toda a gente sabe que eu sou excêntrico. Não engano ninguém, dr! Excêntrico, mas autêntico. Sem merdas.
- ZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz ronc ronc zzzzzzzzzzzzzzzzzzzz ronc
- dr... dr.... DR!!!
- Hã... roñc... hã... nham... são 85 euros...
- Boa noite dr. xavier. Vamos a mais uma lavagem cerebral? Eu estou pronto, não se esqueça de, no fim, me enxaguar em duas águas limpas... eheheh ... estou a brincar dr., estou a brincar...
- Ah ah ah ah... Pois é dr., hoje venho falar-lhe de blogs.
- De blogs!!! Óptimo, com uma boa conversa, como sabe, nunca adormeço!
- De blogs. Quer dizer, de blogs não propriamente, mas antes das pessoas por trás deles.
- Diga então, por favor, que o tema é excitante.
- Sabe, tenho andado por aí, de blog em blog, e tenho percebido uma coisa: Só é admissível comentar se o comentário for do tipo "que bonito!", "belo", "que sentimento", "és tão sensível", e merdas assim, tá a perceber?
- (*)
- Acontece que eu não tenho apenas essa postura e por vezes, para além de dizer que gosto quando sinto vontade de o dizer, também comento criticamente, normalmente.
-(*)
- Acontece ainda que, em regra, vêm uns palhaços armados em cães com pulgas em defesa do dono do blog, creio que sem mandato nem nada... mas vêm.
-(*)
- São uns chiquititos-espertos que pensam crescer aos olhos de outros quando, do alto da sua prosápia, moralistas de meia-tigela, casquinham como um cãozito agarrado às canelas...
- Zzzzzzzzzzzz ronnncc ...zzz ronncc
- Vai daí concluí que uma boa parte desta malta não passa de uma cambada lambe-botas, mal-amados, vêm para os blogs em busca de consolo e reconhecimento, mesmo anónimo, percebe?
- Zzzzzzzzzzzzzzzz ronc zz ronc zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
- Depois há umas pessoas que gostam de picar... e depois ficam todos muito ofendidinhos... e é um horror dr... uma pessoa se dá uma bicadazita é o fim do mundo!
- ZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz ronc ronc zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
- Além disso, toda a gente sabe que eu sou excêntrico. Não engano ninguém, dr! Excêntrico, mas autêntico. Sem merdas.
- ZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz ronc ronc zzzzzzzzzzzzzzzzzzzz ronc
- dr... dr.... DR!!!
- Hã... roñc... hã... nham... são 85 euros...
IDEIAFIX
- Ó Zé, Zé! Temos os tribunais, os edifícios, com problemas. São infiltrações de águas, elevadores que não funcionam, instalações sem condições mínimas de segurança, de higiene...
- Ó diabo! Bom... Alberto, emite uma nota a culpar os gajos!
- Bem... é que eu acho que desta vez não podemos culpar os juízes...
- Não?? Ó diabo! Bom... temos de arranjar uma solução.
- Vamos ordenar a reparação daquelas anomalias?
- Está doido? Envia mas é uma circular aos funcionários e ameaça os fulanos, manda-os calar e que não deixem que alguém veja aquilo!
- Mas assim não se resolvem os problemas!
- Pois não. E depois? Assim, ninguém fala deles! Percebes?
- Mas os problemas continuam...
- Pois. Mas é uma questão de tempo.
- P'rás reparações?
- Não Alberto. P'ra eu arranjar maneira de culpar os gajos...
- Ó diabo! Bom... Alberto, emite uma nota a culpar os gajos!
- Bem... é que eu acho que desta vez não podemos culpar os juízes...
- Não?? Ó diabo! Bom... temos de arranjar uma solução.
- Vamos ordenar a reparação daquelas anomalias?
- Está doido? Envia mas é uma circular aos funcionários e ameaça os fulanos, manda-os calar e que não deixem que alguém veja aquilo!
- Mas assim não se resolvem os problemas!
- Pois não. E depois? Assim, ninguém fala deles! Percebes?
- Mas os problemas continuam...
- Pois. Mas é uma questão de tempo.
- P'rás reparações?
- Não Alberto. P'ra eu arranjar maneira de culpar os gajos...
Subscrever:
Mensagens (Atom)